quarta-feira, 28 de novembro de 2012

NEUROCIRURGIÃO AMERICANO LANÇA LIVRO CONTANDO SUA EXPERIÊNCIA EM OUTRA DIMENSÃO



Eben Alexander III sempre acreditou que os relatos de pessoas que quase morreram e “viram uma luz” ou algo parecido podiam ser explicados por neurociência… até o dia em que passou por uma experiência similar e, mesmo com todo o seu conhecimento, sentiu que a ciência seria incapaz de explicar o que viu e viveu !
Durante uma semana, Alexander viveu de forma intensa dentro de sua própria mente. Ele conta que havia renascido em uma substância gelatinosa e que foi guiado por “uma linda garota com maçãs do rosto proeminentes e olhos de um azul profundo” nas asas de uma borboleta para um “imenso vazio” que era ao mesmo tempo “profundamente escuro” e “cheio de luz” vindo de uma “esfera” que seria um Deus de amor.Em 2008, Alexander, um neurocirurgião de 54 anos, contraiu meningite bacteriana. Quando a doença avançou, o médico entrou em coma profundo.
Mesmo sabendo que isso colocaria sua reputação em risco, Alexander decidiu contar a experiência em um livro, intitulado “Proof of Heaven” (“Prova do Céu”, sem edição em português). A obra foi lançada no final de outubro e o autor espera que os anos de experiência científicas acumulados ajudem a persuadir céticos (especialmente os da medicina) a abrir suas mentes para a existência de um mundo após a morte.

Um cientista no Paraíso?

O médico já havia ouvido diversos relatos de experiências de quase-morte e os considerava banais. O que tornaria o seu caso diferente (além do fato de ser mais “psicodélico” do que a maioria)? Alexander, que há décadas estuda o cérebro humano, acredita que as visões que teve estão além da ciência. “Durante o coma meu cérebro não estava funcionando de modo inapropriado”, escreve. “Ele simplesmente não estava funcionando”.
“Proof of Heaven” foi lançado no último dia 23 de outubro e entrou rapidamente para a lista de best-sellers do The New York Times. “Esse livro aborda temas que são de interesse para muita gente: consciência, quase-morte e céu”, aponta Priscilla Painton, editora executiva da Simon & Schuster, que publicou a obra.
Em entrevista recente, Alexander explicou que tinha pouco interesse em atrair leitores religiosos – o principal público consumidor de livros como esse. Ele ressalta que seu livro é diferente do “Heaven is for Real” (“O Céu é Real”, não lançado no Brasil), por exemplo, best-seller publicado em 2010 que conta a experiência de quase-morte do filho de um pregador. “É totalmente diferente”, insistiu.
Alexander deixou a Universidade de Harvard (EUA) em 2001, cansado de “política médica”. Em 2006, começou a estudar formas menos invasivas de neurocirurgia. Dois anos mais tarde, a meningite quase o matou. Depois de se recuperar, o médico pretendia relatar sua experiência em um artigo científico. Contudo, depois de consultar materiais já publicados sobre o tema e conversar com diversos colegas da área, ele concluiu que a ciência não podia explicar o que aconteceu. “Todo o meu neocórtex – a parte externa da superfície do cérebro, que nos torna humanos – estava completamente desligado, inoperante”.
Ele hesitou, e dois anos se passaram até ele começar a usar o termo “Deus” em seus relatos. Ainda assim, ele sentiu que devia publicar a experiência. Em conversas privadas, poucos colegas argumentaram contra suas ideias, mas ninguém (mesmo os que concordavam com ele) estava disposto a ser citado no livro.
Para Martin Samuels, diretor-executivo do departamento de neurologia do Brigham and Women’s Hospital, a ideia de que “não há explicação científica” para essa experiência não convence. “Não há como saber, de fato, que o neocórtex dele estava desligado. Soa científico, mas é uma interpretação feita após o fato”, explica.
“Minha própria experiência”, acrescenta Samuels, “é a de que todos nós vivemos em uma realidade virtual, e que o cérebro é nosso último intermediário. O fato de ele [Alexander] ser um neurocirurgião não é mais relevante do que se ele fosse um encanador”.
Sem se intimidar com as críticas, Alexander pretende contar sua experiência em diversos ambientes médicos (como asilos e hospitais). Para aqueles que lidam com a morte, ele passa uma mensagem consoladora: “Nosso espírito não é dependente do cérebro ou do corpo. É eterno, e ninguém tem evidências concretas de que não é”.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

UMA FRASE - GUNTHER ROLAND


“De alguma forma elas voam na mesma direção, embora não seja claro como elas comunicam essa informação entre si. Isso surpreendeu muitas pessoas, incluindo nós mesmos”

 (Sobre como partículas que se chocam entre si dentro do LHC voam todas numa mesma direção criando novo tipo de matéria)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

PESQUISA - "REFRIGERANTES PROVOCAM CÂNCER DE PRÓSTATA"



Homens que consomem o equivalente a uma lata de refrigerante por dia estão sujeitos a um risco maior de desenvolver câncer de próstata, segundo um estudo sueco anunciado nesta segunda-feira (26/12).
"Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior", disse à AFP uma das autoras do estudo, Isabel Drake.
O estudo, que será publicado na próxima edição do American Journal of Clinical Nutrition, baseia-se no acompanhamento de mais de 8.000 homens da região do sul da Suécia, com idade entre 45 e 73 anos, durante uma média de 15 anos.
 Todos anotaram minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram.
Aqueles que beberam um refrigerante (330 ml) por dia estiveram 40% mais propensos a desenvolver câncer de próstata, necessitando de tratamento.
Além disso, aqueles que tiveram uma dieta rica em arroz e massas apresentaram 31% mais chances de desenvolver formas mais benignas do câncer. Este risco foi aumentado em 38% para aqueles que ingeriram grandes quantidades de açúcar no café da manhã, relatou a pesquisadora.
Estudos anteriores já haviam indicado que os chineses e os japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolveram câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.
Uma pesquisa aprofundada sobre a resposta a diferentes dietas de acordo com a genética torna possível "adaptar as recomendações em termos de comida e bebida para certos grupos de alto risco", considerou Drake.
(UOL)

sábado, 24 de novembro de 2012

COCAÍNA E ATAQUE CARDÍACO - NOVO ESTUDO




Segundo um novo estudo da Universidade de Sydney (Austrália), usuários de cocaína, mesmo que só utilizem a droga uma vez ao mês, correm um risco muito maior de sofrer uma parada cardíaca do que as pessoas que não usam a droga.
Usuários de cocaína têm pressão arterial mais elevada, artérias mais rígidas e paredes mais espessas no músculo do coração do que não usuários, todos fatores de risco que podem causar um ataque cardíaco.

A pesquisa

Os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética para medir os efeitos da droga em 20 adultos saudáveis que usaram “cronicamente” a substância ilegal.
Eram 17 homens e 3 mulheres, com idade média de 37 anos, que relataram o uso de cocaína pelo menos uma vez por mês durante o ano anterior à pesquisa. Eles preencheram questionários que descreviam seus hábitos, fatores de risco cardiovascular e nível socioeconômico.
Pelo menos 48 horas após seu último uso de cocaína, os voluntários tiveram sua pressão arterial medida e passaram por exames de ressonância magnética cardíaca.
Em comparação com 20 não usuários, os que haviam abusado da cocaína tinham maiores taxas de múltiplos fatores associados com o aumento do risco de ataque cardíaco e de acidente vascular cerebral (derrame).
Por exemplo, os usuários tinham 30 a 35% mais rigidez da aorta, um aumento da pressão arterial e 18% mais espessura da parede do ventrículo esquerdo do coração.
Os efeitos combinados de maior coagulação do sangue, maior estresse no coração e aumento da constrição dos vasos sanguíneos colocam os usuários em um alto risco de ataque cardíaco espontâneo.
“Estamos repetidamente vendo jovens, indivíduos aptos, sofrerem ataques cardíacos fulminantes relacionados ao uso de cocaína”, diz a Dra. Gemma Figtree, pesquisadora do estudo. “Eles não têm conhecimento das consequências para a saúde de se usar regularmente cocaína. É a droga perfeita para um ataque cardíaco”, conclui.
O estudo australiano é o primeiro a documentar anomalias cardiovasculares em usuários de cocaína aparentemente saudáveis após os efeitos imediatos da cocaína terem passado.


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

PESQUISA - "A VELHICE ESTA NA MENTE"



Pesquisadores descobriram que idosos que têm uma visão mais positiva sobre o envelhecimento têm 44% mais probabilidade de se recuperar completamente após sofrer uma incapacitação severa.
A pesquisa, que acompanhou 598 idosos com mais de 70 anos durante 11 anos, começou com nenhum dos mesmos sofrendo de qualquer incapacitação.
Durante o tempo da pesquisa, todos eles precisaram, em pelo menos um mês, de ajuda em tarefas diárias, como banhar-se, vestir-se, ou caminhar. Em alguns casos, a incapacitação foi severa, em outros, leve.
Na pesquisa, eles foram solicitados a falar as cinco primeiras palavras ou frases que viessem à mente quando pensavam em pessoas velhas. Os pesquisadores colocaram as respostas em uma escala de cinco pontos, das mais positivas às mais negativas.
A pesquisa descobriu não só que uma visão positiva resultava em mais probabilidade de recuperação, como que quem tinha uma atitude positiva tinha mais probabilidade de evoluir de uma incapacidade severa para uma leve, e de uma leve para nenhuma incapacidade.
Além disso, a atitude positiva estava associada a uma taxa menor de declínio da capacidade para executar atividades rotineiras conforme a pessoa envelhecia.
Uma das explicações pode ser o fato de que pessoas com visões positivas sobre a vida também costumam cuidar mais da saúde, tendo um estilo de vida saudável, mantendo as visitas ao médico em dia, e tomando remédios conforme a prescrição.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PESQUISA - "EQUIPE DE CIENTISTAS ANALISAM O CÉREBRO DE MÉDIUNS DURANTE PSICOGRAFIA"


PSICOGRAFIA NA MIRA DA CIÊNCIA
                                             
Cientistas brasileiros e norte-americanos usaram as mais modernas técnicas de neuroimagens para analisar o cérebro de médiuns brasileiros.
Os estudos foram feitos durante sessões de psicografia, uma forma de comunicação em que o espírito de uma pessoa já falecida escreve por meio das mãos do médium.
A nova pesquisa revelou resultados intrigantes da atividade cerebral, como um estado descrito pelos cientistas como "dissociativo".
Os médiuns mais experientes apresentaram uma redução na atividade cerebral, apesar do complexo conteúdo escrito produzido por eles.
Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.
Ciência e mediunidade
"Já se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade, a prática de supostamente estabelecer comunicação ou ser controlado por uma pessoa já falecida, tem recebido pouca atenção científica," disse Andrew Newberg, da Universidade Thomas Jefferson (EUA), que coordenou o estudo.
Segundo ele, a partir destas primeiras constatações, novos estudos sobre o assunto deverão começar a ser feitos.
Foram analisados 10 médiuns, cinco deles classificados como "experientes" e cinco como "menos experientes".
Todos receberam uma injeção de um marcador radioativo (radiofármaco) para capturar sua atividade cerebral durante processos normais de escrita e durante a prática da psicografia, que envolve um estado similar ao transe.
Os médiuns foram analisados usando um exame chamado SPECT (single photon emission computed tomography, tomografia computadorizada por emissão de fóton único), que é capaz de registrar as áreas ativas e as áreas inativas do cérebro a cada momento.
Transe mediúnico
O estudo mostrou que os psicografistas experientes apresentaram menores níveis de atividade no hipocampo esquerdo (sistema límbico), giro temporal superior direito e regiões do lobo frontal do cingulado anterior esquerdo e giro precentral direito durante a psicografia, em comparação com sua escrita normal, fora do transe mediúnico.
As áreas do lobo frontal estão associadas com o planejamento, raciocínio, produção da linguagem, movimento e resolução de problemas.
Os cientistas levantam a hipótese de que isto reflete, durante o transe mediúnico, uma ausência de foco, autopercepção e consciência durante a psicografia.
Já os médiuns menos experientes apresentaram exatamente o efeito oposto, o que os cientistas sugerem estar associado ao maior esforço que eles fazem para executar a psicografia.
Avaliação neurocientífica da mediunidade
Os textos psicografados foram analisados pelos cientistas, que verificaram que os textos produzidos durante o transe mediúnico apresentaram complexidades maiores do que aqueles produzidos espontaneamente pelo próprio médium para referência, que não eram oriundos de psicografia.
Em particular, os médiuns mais experientes produziram textos com maiores pontuações no quesito complexidade, que normalmente exigiriam mais atividade no córtex frontal e temporal - exatamente o oposto do que os exames verificaram.
O conteúdo produzido durante as psicografias versava sobre princípios éticos, a importância da espiritualidade, e a aproximação entre ciência e espiritualidade.
"Esta que é a primeira avaliação neurocientífica já realizada dos estados de transe mediúnico revela alguns dados interessantes para melhorar a nossa compreensão da mente e sua relação com o cérebro. Estas descobertas merecem estudos mais aprofundados, tanto em termos de replicação quanto de hipóteses explicativas," concluiu o Dr. Newberg.
O estudo foi orientado pelo Dr. Newberg e contou com a participação dos brasileiros Julio Fernando Peres (Universidade da Pensilvânia), Alexander Moreira Almeida e Leonardo Caixeta (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Frederico Leão

USP (Universidade de São Paulo).

sábado, 17 de novembro de 2012

PESQUISA - "MÉDICOS COMUNICAM-SE COM PACIENTE EM ESTADO VEGETATIVO ATRAVÉS DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA"


CÉREBRO DESLIGADO, CONSCIÊNCIA NÃO !

Depois de sofrer um acidente automobilístico 12 anos atrás, o canadense Scott Routley entrou em coma e, quando despertou, estava em estado vegetativo. Como acontece com outros pacientes nessa situação, Routley se tornou incomunicável, pois os danos em seu cérebro o impediam de emitir sons ou realizar gestos.
Recentemente, porém, uma equipe de médicos foi capaz de quebrar essa barreira: usando uma máquina de ressonância magnética, eles monitoraram o cérebro de Routley e, depois de perguntar ao paciente se ele estava com dor, observaram uma reação em seus neurônios, traduzida (depois de vários experimentos de “calibragem”) como um “não”.
“Scott tem demonstrado que tem uma mente consciente, pensante”, conta o neurologista Adrian Owen. “Nós o escaneamos diversas vezes e seus padrões de atividade cerebral mostram que ele está claramente escolhendo responder nossas questões. Nós acreditamos que ele sabe quem é e onde está”.
Para Owen, foi algo revolucionário. “Perguntar a um paciente algo importante para ele tem sido nossa meta por anos”, destaca. “No futuro, poderíamos perguntar o que fazer para melhorar sua qualidade de vida. Poderia ser algo simples, como entretenimento ou momentos de higiene ou alimentação”.
O sucesso desse procedimento coloca em dúvida a ideia de que pacientes em estado vegetativo perdem totalmente o “contato” com o mundo. “Eu fiquei impressionado e maravilhado porque ele foi capaz de mostrar essas respostas cognitivas”, diz o neurologista Bryan Young, que acompanha Routley há uma década. “Ele tinha a figura clínica de um paciente vegetativo típico, e não mostrava qualquer movimento espontâneo que parecesse significativo”.
Experimentos similares com outros pacientes, contudo, mostraram que poucos conseguem se comunicar usando apenas a atividade cerebral – um em cada cinco, de acordo com estudo feito por Owen e publicado em 2010. Ainda assim, as portas para novas possibilidades de comunicação com pacientes “inalcançáveis” estão mais abertas.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

CRIANÇAS ANALFABETAS DA ETIÓPIA ENTRAM SÓZINHAS NA ERA DIGITAL


(Eu já sabia..)

Certa vez alguém perguntou ao astrônomo e divulgador de ciências Neil deGrasse Tyson o que fazer para despertar a curiosidade científica nas crianças, e o conselho dele foi: “sair do caminho delas”, ou seja, deixá-las explorarem à vontade.
As crianças, segundo ele, já nascem cientistas, com curiosidade e vontade de explorar e conhecer.
O pessoal do “One Laptop Per Child” (“Um Laptop Por Criança” – OLPC) comprovou essa ideia na prática. A empresa de Nicholas Negroponte já distribuiu 3 milhões de laptops para crianças em 40 países, uma atividade que geralmente integra professores a alunos. Mas e onde não tem professor ? E onde todo mundo é analfabeto ?
A equipe do OLPC deixou uma caixa fechada com tablets Motorola Xoom em duas aldeias etíopes, Wonchi e Wolonchete, onde nunca havia caído ou passado nada escrito.
Eles ensinaram alguns adultos como usar os painéis solares que recarregam os tablets, e pronto. 
Largaram lá os aparelhos recheados de programas educativos, livros, filmes e jogos.
Uma vez por semana, eles apareciam nas aldeias para trocar o chip de memória dos tablets, onde estavam registradas as atividades das crianças, todas entre 4 e 8 anos. E o que os registros mostraram é bastante animador.
  • 4 minutos depois que a equipe saiu da aldeia, as crianças já haviam aberto as caixas e descoberto como ligar os tablets – eles nunca tinham visto um botão de liga/desliga antes;
  • uma semana depois, cada criança usava em média 47 aplicativos por dia;
  • duas semanas depois, eles estavam disputando quem soletrava o alfabeto mais rápido, e cantavam músicas como o abecê;
  • cinco meses depois, eles conseguiram ultrapassar a proteção do tablet, que não deixava personalizar o mesmo, e além de cada um ter um tablet completamente diferente, eles também conseguiram habilitar a câmera, que alguém tinha deixado desabilitada por engano – traduzindo, eles hackearam o tablet;
  • uma das crianças, que brincava com programas de alfabetização que usam imagens de animais, abriu um programa de desenho e escreveu a palavra “Lion” (leão);
  • o que uma criança descobria sobre os tablets era compartilhado rapidamente com todas as crianças. Elas formaram uma rede solidária de aprendizado espontaneamente.
  • Em cinco meses, a vila saiu da “idade da pedra” e se lançou no caminho da alfabetização e da informática.
  •  Imagine se cair um disco voador na Etiópia…  
  • [Technology Review, B!t PublishingLuis Nassif Online]

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

PESQUISA - "FÍSICA QUÂNTICA E EXPERIÊNCIAS DE QUASE-MORTE"


Sir Roger Penrose/ Dr. Stuart Hameroff 

Uma experiência de quase-morte acontece quando substâncias quânticas que formam a alma deixam o sistema nervoso e entram no universo em geral, de acordo com uma teoria notável proposta por dois cientistas eminentes.
De acordo com essa ideia, a consciência é um "programa de computador quântico" no cérebro, que pode persistir no universo, mesmo após a morte, a explicação vem da percepção daqueles que têm experiências de quase morte.
Dr. Stuart Hameroff, professor emérito no Departamento de Anestesiologia e Psicologia e do Diretor do Centro de Estudos da Consciência da Universidade do Arizona, avançou a teoria para um lado quase-religioso.
É baseado em uma teoria quântica da consciência que ele e físico britânico Roger Penrose têm desenvolvido, que sustenta que a essência de nossa alma está contida dentro de estruturas chamadas microtúbulos dentro das células do cérebro.
Eles argumentaram que a nossa experiência da consciência é o resultado dos efeitos de gravidade quântica nestes microtúbulos, uma teoria que eles batizaram de redução objetiva orquestrada.
Assim, afirma-se que nossas almas são mais do que a interação dos neurônios no cérebro. Eles são, de fato, construído a partir do próprio tecido do universo – e pode ter existido desde o início dos tempos.
A teoria sustenta ainda que quando os pacientes têm uma experiência de quase morte sua alma quântica é liberada do corpo e entra novamente no cosmos, antes de retornar quando eles são revividos.
Dr. Hameroff disse ao Science Channel, através do documentário "Wormhole": "Vamos dizer que o coração pára de bater, o sangue pára de fluir, os microtúbulos perdem seu estado quântico".
"A informação quântica nos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruído, ele apenas distribui e se dissipa com o universo em geral. Se o paciente é ressuscitado, revivido, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente".
"Se eles não conseguem fazer o paciente reviver, é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo, talvez indefinidamente, como uma alma".
Hameroff acredita em novas descobertas sobre o papel da física quântica  nos processos biológicos, tais como a navegação de aves,e que em breve vai provar a sua teoria.

(Daily Mail)

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

PESQUISA - "FÍSICA QUÂNTICA EXPLICA A EXISTÊNCIA DA ALMA"



(Unicidade; somos partes individuais de informações eternas que compõem o todo)


Em uma tentativa de inserir na ciência os conceitos de “alma” e “consciência”, os cientistas Stuart Hameroff (diretor do Centro de Estudos da Consciência na Universidade do Arizona, EUA) e SirRoger Penrose (físico matemático da Universidade de Oxford, Inglaterra) criaram a teoria quântica da consciência, segundo a qual a alma estaria contida em pequenas estruturas (microtúbulos) no interior das células cerebrais.
Eles argumentam que nossa “consciência” não seria fruto da simples interação entre neurônios, mas sim resultado de efeitos quânticos gravitacionais sobre esses microtúbulos – teoria da “redução objetiva orquestrada”. Indo mais longe: a alma seria “parte do universo” e a morte, um “retorno” a ele (conceitos similares aos do Budismo e do Hinduísmo).
De acordo com Hameroff, experiências de quase morte estariam relacionadas com essa natureza da alma e da consciência: quando o coração para de bater e o sangue deixa de circular, os microtúbulos perdem seu estado quântico. “A informação quântica contida neles não é destruída, não pode ser; apenas se distribui e se dissipa pelo universo”.
Se o paciente é trazido da beira da morte, essa informação volta aos microtúbulos. “Se o paciente morre, é possível que a informação quântica possa existir fora do corpo, talvez de modo indefinido, como uma alma”, acrescenta.
Embora a teoria ainda seja considerada bastante controversa na comunidade científica, Hameroff acredita que os avanços no estudo da física quântica estão começando a validá-la: tem sido demonstrado que efeitos quânticos interferem em fenômenos biológicos, como a fotossíntese e a navegação de pássaros.
Vale ressaltar que Hameroff e Penrose desenvolveram sua teoria com base no método científico de experimentação e em estudos feitos por outros cientistas, ao contrário do que ocorrem em casos de “pseudociência” em que simplesmente se acrescenta a física quântica como “ingrediente legitimador” de teorias sem fundo científico. 
Basta aguardar para ver se outros experimentos e estudos validam as descobertas da dupla.