terça-feira, 13 de setembro de 2016

FÍSICA QUÂNTICA - "ENTRELAÇAMENTO : ORAÇÕES ALÉM DO TEMPO E ESPAÇO"


(Membranas Dimensionais/Teoria das Cordas/Entrelaçamento/Campo Unificado)


Um estranho debate ocupou, de 2001 a 2003, as páginas do seríssimo "British Medical Journal".
Premissa: várias pesquisas, há tempos, mostram os efeitos positivos da oração numa variedade de condições patológicas. Documenta-se que o doente encontra benefícios (quanto ao andamento de sua enfermidade) no ato de rezar ou na consciência de que seus próximos rezam por ele. 
Até aqui, tudo bem: o paciente acharia assim uma paz de espírito que melhora sua evolução. 
A coisa se complica: às vezes, as pesquisas mostram que a prece traz benefícios mesmo quando alguém reza por um doente sem que ele próprio saiba disso. Como explicar esses casos ? 
Talvez o benefício seja fruto de uma intervenção caridosa da divindade solicitada, mas essa explicação depende de um ato de fé que não cabe na interpretação de uma pesquisa científica. Além disso, é curioso que os benefícios apareçam seja qual for o deus ou o intercessor que receba a oração.
Resta, pois, imaginar que a intenção humana (o esforço cerebral de quem deseja que algo aconteça e reza por isso) tenha alguma realidade material (energia, partículas etc.) capaz de influir no andamento de um processo patológico.

 Estranho ? 

Nem tanto: afinal, até poucas décadas atrás, ignorávamos a existência de uma série de partículas que, segundo a física de hoje, povoam nosso universo. Por que as nossas intenções não movimentariam uma energia desconhecida, mas capaz de alterar o mundo físico ?
No final de 2001, o "British Medical Journal", depois de um editorial lembrando que a razão não explica tudo, publicou uma pesquisa, de L. Leibovici, que registra os efeitos benéficos (em pacientes com septicemia) de uma reza afastada não só no espaço, mas também no tempo.

 Explico. 

Foram incluídos no estudo todos os pacientes internados com septicemia, de 1990 a 1996, num hospital israelense; eram 3393. Em 2000 (de quatro a dez anos mais tarde), por um processo rigorosamente aleatório, os arquivos desses pacientes foram divididos em dois grupos: um grupo pelo qual haveria reza e um grupo de controle. Para cada nome do primeiro grupo, foi dita uma breve reza que pedia a recuperação do paciente e do grupo inteiro. 
Resultado: no grupo que recebeu uma reza em 2000, a mortalidade foi (ou melhor, fora, de 90 a 96) inferior, embora de maneira pouco significativa; no mesmo grupo, a duração da febre e da hospitalização fora (ou melhor, havia sido, de 90 a 96) significativamente menor. 
A publicação da pesquisa provocou uma enxurrada de cartas, algumas contestando as estatísticas, outras manifestando uma certa incompreensão do problema, que é o seguinte: como entender que uma reza possa agir não só sem que o paciente tenha consciência da intercessão pedida (com possível efeito psicológico positivo), mas à distância no tempo ? Como entender, em suma, que uma reza dita em 2000 tenha um efeito retroativo em alguém que estava doente entre 90 e 96, quando a pesquisa e a reza nem sequer estavam sendo cogitadas ? 
Uma tentativa de resposta veio em 2003. O "BMJ" (2003, 327) publicou um interessante e enigmático artigo de Olshansky e Dossey, "History and Mystery" (história e mistério), em que os dois médicos dão prova de conhecimentos de física quântica muito acima de minha cabeça. 

O argumento de fundo é o seguinte: há modelos do espaço-tempo nos quais é possível que haja relações físicas entre o passado e o presente ou seja, modelos em que o presente pode alterar o passado. 

Fonte : Folha de São Paulo

terça-feira, 5 de julho de 2016

EPIGENÉTICA - "É HIPERTENSO ? OUÇA MOZART"

Ouvir músicas de Mozart ou de Strauss é suficiente para reduzir as concentrações de lipídios no sangue e a taxa de batimentos do coração.
O resultado surpreendente foi verificado por meio de uma análise comparativa que procurava pelos efeitos que diferentes estilos musicais teriam sobre o sistema cardiovascular de voluntários, feita por Hans-Joachim Trapa e Gabriele Volt, da Universidade Ruhr de Bochum (Alemanha).
Os dois pesquisadores estão interessados em usar a musicoterapia para tratar pacientes com hipertensão ou pressão alta, de forma não medicamentosa.
Os 120 voluntários ouviram música por 25 minutos. Metade deles foi disposta em três grupos: o primeiro grupo ouviu músicas de Mozart, o segundo de Strauss e o terceiro da banda pop ABBA. Os restantes 60 voluntários ficaram em um grupo de controle, que passava o mesmo tempo deitado em silêncio em um ambiente calmo.
Antes e após a exposição à música ou ao momento de tranquilidade, todos os participantes passaram por medições de sua pressão arterial, frequência cardíaca e concentração de cortisol.
Serenidade musical
A música clássica de Mozart e Strauss diminuiu significativamente a pressão arterial e a frequência cardíaca, enquanto nenhum efeito substancial foi observado no grupo que ouviu as canções do ABBA.
No grupo de controle foi verificada uma redução da pressão arterial, mas em um nível muito menos pronunciado do que a verificada no grupo que ouviu as músicas clássicas. A frequência cardíaca não teve alterações no grupo de controle.
Todos os participantes que ouviram música tiveram uma redução pronunciada na concentração de cortisol, o que também aconteceu no grupo do descanso, mas em um nível bastante inferior.
No caso das concentrações de cortisol, o sexo dos participantes também desempenhou seu papel, uma vez que a queda nos níveis do hormônio foi mais pronunciada nos homens do que nas mulheres, especialmente após a exposição à música de Mozart e Strauss.
Os resultados foram publicados na revista Deutsches Ärzteblatt International.

DIÁRIO DA SAÚDE

quarta-feira, 29 de junho de 2016

PESQUISA - "CÂNCER, TALVEZ UMA TERRÍVEL REALIDADE"


Cientistas acreditam terem identificado uma das principais razões pelas quais o câncer é tão difícil de combater.
A razão é que o câncer seria um mecanismo evolutivo para proteger a sobrevivência da vida na Terra.
Rumena Petkova e Stoyan Chakarov, da Universidade de Sofia (Bulgária), idealizadores da nova teoria, explicam que nossos corpos são geralmente muito eficientes na identificação e reparo do DNA danificado em nossas células, o que é feito através de uma série de "pontos de verificação".
Quando o dano não pode ser reparado, a célula morre em um processo natural chamado apoptose. Mas, quando isso não acontece, o câncer pode aparecer como um último recurso, um "ponto de verificação" final para remover as células defeituosas, as mutações que causaram o dano e seu DNA.
O fato de que o câncer leva à morte do indivíduo, segundo a teoria proposta pelos dois pesquisadores, é tão natural quanto a morte celular programada - a apoptose - que ocorre o tempo todo em nossos corpos. A diferença é, que, enquanto a apoptose sacrifica a célula para garantir a continuidade da vida do organismo como um todo, o câncer sacrifica o indivíduo para garantir a continuidade da vida como um todo.
O que essa teoria significa, na prática, infelizmente, é que uma cura "universal e radical" para o câncer pode nunca existir.
"Apesar dos sucessos da medicina moderna, o câncer raramente é completamente curado e costuma provocar, direta ou indiretamente, a morte do paciente, evitando assim a propagação dos erros que fizeram as células tumorais capazes de evitar a senescência replicativa ou morte celular," escrevem eles em ser artigo, publicado na revista científica Biotechnology & Biotechnological Equipment.
Sua conclusão pessimista é: "Neste sentido, estamos tão perto quanto poderíamos estar do combate ao câncer."
Extinção das teorias
Embora de fato estejamos muito longe de uma cura completa para o câncer, a medicina moderna já consegue curar completamente alguns tipos de câncer e retardar significativamente a progressão de outros.
O resultado é que muitas pessoas afetadas pelo câncer podem e levam uma vida de qualidade e mantêm sua expectativa de vida. Além disso, é provável que os tipos de câncer que podem ser tratados continuem a aumentar à medida que a medicina avança.
Se isso vai simplesmente desmentir a nova teoria, ou se os pacientes terão que se acostumar com a ideia de se sacrificarem para evitar extinção da humanidade, isso é algo que vai exigir um acompanhamento de muito longo prazo - tão longo que haverá tempo para que muitas teorias se extingam primeiro e surjam outras.
DIÁRIO DA SAÚDE

segunda-feira, 27 de junho de 2016

PESQUISA - "GENES ACORDAM NA HORA DA MORTE...E DEPOIS DELA"


Cientistas da Universidade de Washington, em Seattle, descobriram que, após a morte, centenas de genes começam a funcionar. E que essa atividade toda continua por pelo menos 48 horas.
A pesquisa, conduzida pelos biólogos moleculares Peter Noble e Alex Pozhitkov, foi relatada pela revista britânica New Scientist.
Eles mediram a concentração de mRNA, ou RNA mensageiro – o mensageiro do gene para avisar a célula para ligar as máquinas da fábrica de proteínas. Como previam, o mRNA diminuiu progressivamente na imensa maioria dos genes, mas, em algumas centenas deles, houve picos post mortem.
Os cientistas então investigaram que genes eram esses. Descobriram que alguns têm relação com o desenvolvimento do feto, e se desligam em todos nós logo depois do parto.
Em outras palavras: algum processo de antes de nascermos, e que ficou desligado durante toda nossa vida, volta a funcionar assim que morremos.
Outro achado dos pesquisadores foi que, entre os genes que são ativados depois de morrermos, alguns têm relação com câncer. Os cientistas acreditam que essa descoberta pode ser útil para a pesquisa médica sobre transplantes – ajudando a evitar que receptores tenham câncer no órgão transplantado.
Já se sabia que genes ficam vivos após o corpo morrer – e não só os de peixinhos e ratinhos. Uma pesquisa anterior havia revelado que alguns genes humanos estão ativos pelo menos 12 horas após a morte, como contou o site Exame.
Os cientistas acreditam que muitos desses genes estejam envolvidos numa espécie de operação de ressuscitação: eles iniciam processos de cura, como a inflamação e cicatrização, que podem deixar o corpo pronto para abraçar uma oportunidade de reiniciar o motor.
De qualquer maneira, a descoberta deixa ainda mais vaga a definição de “morte”. Cada vez fica mais claro que morrer é um longo processo, que começa bem antes da data na nossa certidão de óbito e termina muito depois dela.
Por mais mórbido que seja pensar nisso, não deixa de ser fascinante pensar que nosso corpo veio dotado de uma equipe que, quando chega a hora de fechar, recolhe os copos e coloca as cadeiras em cima das mesas.
Fonte : Exame

sábado, 25 de junho de 2016

PESQUISA - "CHÁ VERDE REDUZ DE FORMA RADICAL COMPLICAÇÕES DO DIABETES"

Os pesquisadores brasileiros Cynthia Borges e José Butori de Faria, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), comprovaram que o chá verde possui um forte efeito positivo no controle das doenças renais induzidas pelo diabetes.
A equipe já havia demonstrado que o chá verde e o cacau protegem contra complicações do diabetes  usando animais de laboratório. Agora eles confirmaram os resultados em pacientes humanos.
"Realizamos um ensaio clínico com 42 pacientes diabéticos, portadores de doença renal secundária ao diabetes, todos eles recebendo o melhor tratamento disponível, incluindo dose máxima de bloqueador do sistema renina-angiotensina [padrão ouro para o tratamento da doença renal associada ao diabetes]. Metade dos integrantes do grupo recebeu extrato de chá verde e metade recebeu placebo," explica o professor José Butori.
"O grupo que recebeu o extrato de chá verde teve uma redução de 41% na albuminúria [perda da proteína albumina por meio da urina], ao passo que o grupo que recebeu placebo teve um aumento de 3%," acrescentou.
Perda de albumina
É normal eliminar albumina na urina, em quantidades muito pequenas, de até 30 miligramas por dia. Os pacientes diabéticos, porém, costumam eliminar quantidades muito superiores, apesar do tratamento medicamentoso.
"Essa albumina provém do sangue do indivíduo. O sangue passa pelos rins originando o que chamamos de 'ultrafiltrado', e é esse 'ultrafiltrado' que, depois de sofrer algumas transformações, dá origem à urina. No 'ultrafiltrado' de uma pessoa normal, a quantidade de albumina é muito baixa. Porém no paciente com doença renal em decorrência do diabetes ela se torna bem maior," disse o pesquisador
O ensaio clínico atendeu aos requisitos mais rigorosos da pesquisa científica, sendo randomizado, isto é, a seleção para integrar um ou outro subgrupo se deu ao acaso, e duplo-cego, isto é, nem os pacientes e nem os pesquisadores sabiam quem estava recebendo chá verde e quem estava recebendo placebo.
"Mantida a medicação para todos os pacientes, os que receberam chá verde consumiram, diariamente, durante 12 semanas, uma quantidade de extrato que continha 800 miligramas de epigalocatequina-galato, um polifenol que constitui o principal princípio ativo do produto. Essa dose, que equivale a três xícaras de chá, já havia sido utilizada em um estudo com pacientes com câncer e se mostrado segura", informou o pesquisador.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

PESQUISA - "MICROBIOMA INTESTINAL REGULA PROCESSOS CEREBRAIS"

(SINCRONISMO INSUSPEITO)
Um corpo crescente de resultados de pesquisas confirma a importância do "eixo" intestino-cérebro para a neurologia e indica que os gatilhos para uma série de doenças neurológicas podem ser localizados no trato digestivo.
Já existem indícios, por exemplo, de que a doença de Parkinson pode começar no intestino e migrar para o cérebro.
"O microbioma intestinal pode influenciar o sistema nervoso central, o desenvolvimento das células nervosas e o sistema imunológico. Uma melhor compreensão do seu efeito pode revolucionar nossas opções terapêuticas," afirmou a Dra. Patricia Lepage, do instituto INRA (França).
O microbioma intestinal é o agregado de microrganismos do intestino humano, incluindo todas as bactérias, archaea, vírus e fungos.
Ligação entre intestino e cérebro
Por um longo tempo, parecia muito forçado pensar que o microbioma poderia ser responsável por processos fora do trato digestivo. Contudo, experimentos continuam revelando detalhes cada vez mais surpreendentes.
A equipe da Dra Patricia, por exemplo, usou animais de laboratório que crescem sem quaisquer microrganismos (livres de germes) para mostrar que os microrganismos no intestino são capazes até mesmo de influenciar o comportamento dos animais.
"Micróbios intestinais podem comprovadamente produzir neuro mediadores que têm efeito sobre o cérebro. Camundongos livres de germes mostraram menos ansiedade do que seus companheiros cujo intestino foi preenchido com microbiota comensal. No entanto, ainda são poucas as evidências até agora de como esse processo funciona no cérebro humano," disse a pesquisadora.
Eixo cérebro-intestino
Enquanto isso, outros estudos mostraram que o intestino e o cérebro comunicam-se através de várias vias, incluindo o nervo vago, o sistema imunológico, o sistema nervoso entérico e pelos processos metabólicos microbianos.
Por exemplo, as bactérias intestinais convertem carboidratos em ácidos graxos de cadeia curta, como o ácido butírico, que reforça a ligação entre as células e reforça a barreira sangue-cérebro, que serve como uma parede celular para proteger o cérebro de infecções e inflamações.
Microbioma intestinal regula processos cerebrais
Para o neurocientista John Cryan, da Universidade College de Cork (Irlanda), não há dúvida de que o microbioma intestinal regula processos cerebrais fundamentais para o desenvolvimento de doenças neurológicas.
"Estudamos os cérebros de camundongos livres de germes. Em uma região, o córtex pré-frontal, descobrimos um aumento da mielinização em comparação com os animais mantidos sob condições normais. Isto pode ter consequências diretas para desordens relacionadas com a mielina. Também se mostrou que processos dependentes do microbioma incluem a neurogênese no hipocampo adulto e a ativação da microglia, ou seja, a ativação das células do cérebro e da medula semelhantes às células do sistema imunológico," afirmou.
Para o pesquisador, as novas informações já são suficientes para abrir uma nova abordagem para encontrar a causa da esclerose multipla, uma doença autoimune que resulta de uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

www.diariodasaude.com.br

PESQUISA - "PLACAS BETA AMILÓIDES PROTEGEM O CÉREBRO COM ALZHEIMER "

(Engano Fatal)

As placas amiloides, por décadas consideradas as causas do Alzheimer, podem ser parte do processo natural do corpo para se defender contra microrganismos.
Embora haja remédios aprovados para o Alzheimer que combatem essas placas de proteínas - sem resultados satisfatórios - a presença das placas amiloides e o alzheimer vem sendo questionada por um estudo após o outro. Alguns experimentos já haviam concluído que, ao contrário da teoria mais aceita, a proteína beta-amiloide pode ter um efeito benéfico para o paciente.
Agora, um novo estudo realizado no Hospital Geral de Massachusetts (EUA), fornece evidência adicional de que a proteína beta amiloide é uma parte normal do sistema imunológico humano, a primeira linha de defesa do organismo contra as infecções.
Os resultados publicados na revista Science Translational Medicine, mostram que a expressão da beta amiloide humana protege o cérebro contra infecções potencialmente letais em ratos, em vermes e em células cerebrais humanas cultivadas em laboratório.
Defesa contra bactérias
"Nossos resultados levantam a possibilidade intrigante de que a patologia do Alzheimer possa surgir quando o cérebro percebe que está sob ataque de patógenos invasores, embora mais estudos sejam necessários para determinar se é ou não uma infecção 'autêntica' que está envolvida," afirmam Robert Moir e Rudolph Tanzi.
Em um trabalho anterior, a dupla já havia mostrado que as proteínas amiloides beta apresentam muitas das mesmas qualidades de um peptídeo antimicrobiano bem conhecido, uma pequena proteína do sistema imunológico que protege contra uma vasta gama de agentes patogênicos.
No presente estudo, eles descobriram que os animais de laboratório modificados geneticamente para expressar a beta-amiloide humana sobreviveram muito mais tempo após a indução de uma infecção porSalmonella no cérebro do que os animais sem a beta-amiloide. O mesmo ocorreu nos vermes C. elegans infectados por Candida ou Salmonella e nas células neuronais em cultura infectadas por Candida.
Na verdade, a beta amiloide humana expressa pelas células vivas parece ser 1.000 vezes mais potente contra a infecção do que a beta amiloide sintética utilizada em estudos anteriores.
"Se forem validados [por outros estudos], nossos dados também alertam para a necessidade de cautela com as terapias destinadas a eliminar totalmente as placas de beta-amiloide," afirmam os pesquisadores.
Fonte / Diário da Saude

PESQUISA - "ELETRICIDADE CURA FERIMENTOS E INFECÇÕES"

(CURA PELA ENERGIA)

Crescem as evidências de que pequenas correntes elétricas podem ativar certas células imunológicas, que aceleram a velocidade de cicatrização de ferimentos.
A equipe da Dra. Heather Wilson, da Universidade de Aberdeen (Reino Unido), expôs os macrófagos, originários do sangue humano, a campos elétricos de força semelhante aos que são gerados naturalmente quando nossa pele é lesionada - a intensidade é insuficiente para que a pessoa sinta um choque.
 Quando a eletricidade foi aplicada, os macrófagos começaram a se movimentar em resposta ao campo elétrico.
E, em vez de um movimento "burro", os macrófagos se deslocaram para a borda da pele danificada, onde passaram a atuar para facilitar a cura.
O campo elétrico também aumentou significativamente a capacidade dos macrófagos para engolir e digerir partículas extracelulares, na chamada fagocitose - a fagocitose é um processo importante na cicatrização de feridas em que os macrófagos limpam o local lesionado e limitam o risco de infecção, abrindo caminho para o processo de cicatrização.
Os experimentos também mostraram que os campos elétricos aumentam seletivamente a produção de moduladores de proteínas associadas com o processo de cicatrização, confirmando que os macrófagos são capazes de responder aos sinais elétricos gerados naturalmente de uma maneira que aumenta a sua capacidade de cura.

Macrófagos com impulso elétrico
Esta linha de pesquisa é particularmente importante para pessoas com doenças que podem fazer com que ferimentos demorem demais para cicatrizar, ou mesmo não cicatrizem completamente.
"Em alguns casos, tais como no diabetes, a capacidade do organismo para curar é comprometida e as feridas podem ser infectadas. Nos casos em que existe uma falta de macrófagos, a aplicação de campos elétricos 'sintéticos' [não produzidos pelo próprio corpo], usando dispositivos clínicos, pode ajudar no processo de cicatrização, não só atraindo macrófagos aos locais danificados para apoiar a cura, mas também alterando suas propriedades para facilitar a cura das feridas e, mais importante, reduzir a infecção," disse a Dra. Wilson.
Os efeitos são tão positivos que já existem curativos elétricos para acelerar a cicatrização e algumas linhas de pesquisas já falam em alternativas elétricas aos antibióticos.
Os resultados foram publicados no Journal of Leukocyte Biology.

terça-feira, 7 de junho de 2016

TENDÊNCIA - "CACAU PURO EM PÓ SUBSTITUI A COCAÍNA"


Uma matéria publicada pelo site Mail Online revela que uma nova "onda" está tomando conta de boates na Europa: ao invés de cheirar cocaína, os frequentadores dos locais estão cheirando cacau. 
Eventos dedicados, como uma rave que aconteceu em Berlim, tem oferecido cacau em pó, em bebidas ou pílulas para seus frequentadores. Cacau em sua forma pura causa uma "invasão" de endorfina na corrente sanguínea e causa sentimentos de euforia semelhantes ao da cocaína. 
Ele também contém altas doses de magnésio, que relaxam os músculos. 
Os efeitos do cacau têm sido constantemente estudados por pesquisadores. Uma pesquisa da Kingston Univeristy, em Londres, mostrou que ciclistas que consumiam chocolate eram capazes de pedalar mais rápido e por mais tempo. Acredita-se que isso ocorra por causa da substância epicatechin, encontrada especialmente no chocolate amargo, que dá energia "extra" ao corpo pois expande as artérias. Isso faz com que o oxigênio chegue ao músculo mais rápido, e "amortece" os efeitos do cansaço. 
O chef belga Dominique Persoone anunciou a criação de um dispositivo especial para facilitar o consumo, e parece que este é o "equipamento" que as pessoas têm utilizado nas festas. "Eu não sou o 'bad boy' promovendo as drogas, de maneira alguma… A vida é entediante. Vamos nos divertir", disse Persoone.

(FONTE : REDETV)


sexta-feira, 13 de maio de 2016

FÍSICA QUÂNTICA - "VÓS SOIS DEUSES"


Há poucos dias, em um experimento histórico, físicos finalmente mostraram de forma incontestável que Einstein estava errado ao menos em uma de duas de suas ideias fundamentais, uma delas envolvendo as incertezas e as leis probabilísticas da mecânica quântica.

Para não deixar margens a dúvidas, outra equipe finalmente demonstrou de forma inequívoca uma das previsões mais estranhas da teoria quântica - a previsão de que um sistema quântico não pode mudar enquanto o pesquisador o estiver observando, confirmando que o observador de fato influencia os experimentos quânticos.
Segundo os físicos da Universidade de Cornell, nos EUA, responsáveis pelo experimento, esse comportamento quântico foi bem ilustrado na série Dr. Who pelos "Anjos Lamentadores", criaturas predatórias que assumem a forma de estátuas e que apenas se movem e atacam quando não estão sendo olhadas.
Além de resolver uma disputa de longa data entre os físicos, o experimento abre o caminho para uma técnica fundamentalmente nova para controlar e manipular os estados quânticos de átomos - em um primeiro momento, permitindo ao menos a criação de novos tipos de sensores.
Efeito Zeno Quântico
Para testar a influência do observador sobre os experimentos quânticos, Yogesh Patil e Srivatsan Chakram resfriaram um gás contendo cerca de um bilhão de átomos de rubídio, no interior de uma câmara de vácuo, até próximo do zero absoluto, e suspenderam a massa usando feixes de laser. Nesse estado, os átomos se organizam em uma grade ordenada como se estivessem em um cristal sólido e funcionam como se fossem uma entidade única - por isso essa estrutura é muitas vezes chamada de "átomo artificial".
Em temperaturas tão baixas, os átomos podem tunelar de um lugar para outro na rede atômica. O famoso princípio da incerteza de Heisenberg diz que a posição e a velocidade de uma partícula estão relacionadas e não podem ser simultaneamente medidas com precisão.
Como a temperatura é uma medida do movimento de uma partícula, no frio extremo do quase zero absoluto a velocidade é praticamente zero, de forma que há muita flexibilidade na posição: quando você os observa, os átomos são tão susceptíveis de estar em um lugar na rede como em qualquer outro.
Os pesquisadores demonstraram então ser possível suprimir o tunelamento quântico - as mudanças de posição - meramente observando os átomos. Olhe para eles, e eles "congelam" no lugar; interrompa a medição, e eles voltam a tunelar. Isto foi feito repetindo rapidamente as medições: quanto mais rapidamente elas são feitas, menor é a probabilidade de os átomos terem saído do lugar.
Este assim chamado "Efeito Zeno Quântico" - ou "Efeito do Observador" - deriva de uma proposta feita em 1977 por George Sudarshan e Baidyanath Misra, da Universidade do Texas, que notaram que a natureza estranha das medições quânticas permite, em princípio, que um sistema quântico seja "congelado" por medições repetidas, feitas em sequência.
Classicalidade emergente
"Esta é a primeira observação do Efeito Zeno Quântico por uma medição do movimento atômico no espaço real," disse o professor Mukund Vengalattore, orientador da equipe. "Além disso, devido ao alto grau de controle que conseguimos demonstrar em nossos experimentos, nós podemos 'sintonizar' gradualmente a maneira pela qual observamos esses átomos. Usando este ajuste, nós fomos capazes de demonstrar também um efeito chamado 'classicalidade emergente' neste sistema quântico."
Na classicalidade emergente, os efeitos quânticos desaparecem, e os átomos começam a se comportar da maneira prevista pela física clássica, que nos parece muito mais intuitiva.
A propósito, com o estabelecimento desses experimentos definitivos mostrando a realidade das esquisitices quânticas, as atenções começam a se voltar justamente para essa fronteira entre o clássico e o quântico - entre os "reinos" que obedecem às leis da física clássica ou às leis da mecânica quântica.
Embora tradicionalmente associados com as dimensões - o tamanho - das partículas envolvidas, alguns indícios apontam que a gravidade possa ser usada para explicar a fronteira clássico-quântico, enquanto outros físicos vão ainda mais longe, propondo que a física quântica emerge na fronteira entre múltiplos universos.

Bibliografia:

Measurement-Induced Localization of an Ultracold Lattice Gas

Y. S. Patil, S. Chakram, M. Vengalattore

Physical Review Letters
Vol.: 115, 140402
DOI: 10.1103/PhysRevLett.115.140402

Nondestructive imaging of an ultracold lattice gas

Y. S. Patil, S. Chakram, L. M. Aycock, M. Vengalattore

Physical Review Letters
Vol.: 90, 03342

sábado, 2 de abril de 2016

PESQUISA - "CARNE VERMELHA E MENSTRUAÇÃO PRECOCE"

Meninas que comem carne vermelha começam a menstruar mais cedo do que aquelas que não comem esse tipo de carne.
Por outro lado, as garotas que consomem peixes com alto teor de gordura, como atum e sardinha, mais de uma vez por semana, têm seu primeiro ciclo menstrual significativamente mais tarde do que aquelas que comem os mesmos peixes apenas uma vez por mês ou menos.
Os dados foram coletados entre meninas de 5 a 12 anos de idade da Colômbia por pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA). Elas foram monitoradas por cerca de seis anos.
Carne vermelha e menstruação precoce
A carne vermelha consumida pelas meninas variou entre menos de quatro vezes por semana a duas vezes por dia.
As meninas que comiam mais carne vermelha começaram seus períodos em uma idade mediana de 12 anos e 3 meses. Aquelas que comiam com menos frequência menstruaram com 12 anos e 8 meses. Aquelas que comiam peixe gordo mais frequentemente começaram aos 12 anos 6 meses.
"Nós não sabemos quais componentes específicos da carne vermelha podem provocar a menstruação precoce. Poderia ser a proteína ou alguns micronutrientes naturalmente presentes na carne vermelha, subprodutos que são criados durante a fabricação, a embalagem das carnes curadas, durante o cozimento, ou substâncias que estão nos alimentos do gado," disse o professor Eduardo Villamor.
Micronutrientes da carne
Cinco meses podem não parecer muito, mas é um número significativo quando se fala de um estudo populacional, disseram os pesquisadores.
"É uma diferença importante porque está associada ao risco de doenças mais tarde na vida. Este resultado pode também contribuir para explicar porque o consumo de carne vermelha no início da vida está relacionado ao aumento do risco de câncer de mama mais tarde na vida," disse Erica Jansen, a principal autora do estudo.
Além do câncer de mama, o início precoce da puberdade tem sido associado com doenças cardíacas, como a obesidade e o diabetes tipo II.

fonte : http://diariodasaude.com.br/

PESQUISA - "VIBRAÇÃO MÍNIMA PARA RESULTADOS MÁXIMOS EM EXERCÍCIOS FÍSICOS"

Os pesquisadores construíram um equipamento simples, que pode ser adaptado aos aparelhos tradicionais de ginástica, para que os usuários fiquem mais fortes mais rapidamente.

Exercícios vibrantes
Adicionar uma vibração de 30 Hertz - 30 "vibradas" por segundo - a uma sessão de exercícios físicos melhora o impacto do treinamento de 25 a até 100 por cento.
Esse resultado surpreendente é importante não apenas para quem quer resultados mais rápidos na academia, mas particularmente para a reabilitação de pacientes que precisam recuperar sua força depois de cirurgias ou longos períodos de convalescença.
A descoberta foi feita Lin Xu e Massimo Mischi, da Universidade de Tecnologia de Eindhoven (Holanda).
Com os bons resultados, a dupla construiu um equipamento simples, que pode ser adaptado aos aparelhos tradicionais de ginástica, para que os usuários fiquem mais fortes mais rapidamente.
Autoesforço dos músculos
Segundo os pesquisadores, a razão da melhoria do ganho muscular gerado pelas vibrações está no reflexo dos próprios músculos à vibração, um fenômeno pelo qual os músculos se contraem em resposta à vibração.
É como se os músculos malhassem por conta própria, com esse "autoesforço" somando-se ao esforço consciente do atleta.
Esse esforço extra pode ser comprovado no fato de que o cansaço também vem mais rapidamente - mas a soma dos dois esforços compensa largamente o menor tempo de treino.
Tríceps e peso
Os testes, que compararam usuários que faziam os mesmos exercícios com e sem vibração, mostraram que, no cômputo geral de todos os aparelhos, a vibração de 30 Hertz aumentou o efeito em pelo menos 25%.
Para um exercício específico para o tríceps, o efeito foi otimizado por uma média de 100% entre todos os voluntários.
Em exercícios que envolviam levantamento de peso, os voluntários também foram capazes de trabalhar com pesos duas vezes maiores do que os indivíduos sem vibração.

FONTE : http://www.diariodasaude.com.br/
[Imagem: Bart van Overbeeke/TU Eindhoven]

segunda-feira, 28 de março de 2016

PESQUISA - "CÃES E OUTROS ANIMAIS ENXERGAM CAMPOS MAGNÉTICOS"


Alguns animais têm um sentido adicional que os ajuda a detectar campos magnéticos, algo chamado de “magnetorrecepção”. E cientistas europeus descobriram que a molécula responsável por isto também pode ser encontrada nos olhos de cachorros e de alguns primatas, sugerindo que eles são capazes de ver campos magnéticos.
Existe um tipo especial de proteína que permite a certos animais – como aves, insetos, peixes e répteis – regular o “relógio biológico” (ritmo circadiano) e também detectar campos magnéticos, percebendo sua direção, altitude e localização. Essas moléculas sensíveis à luz se chamam “criptocromos”.
Humanos são incapazes de ter esse tipo de percepção, mas alguns mamíferos – como morcegos, toupeiras e ratos – parecem ter essa capacidade; no entanto, a extensão disso ainda é desconhecida.
No primeiro estudo do tipo, pesquisadores do Instituto Max Planck e várias outras instituições investigaram a presença de uma versão desta molécula (chamada criptocromo 1) em retinas de 90 espécies de mamíferos.
fotoreceptor
Imagens da camada do fotorreceptor nas retinas de cachorros e orangotangos. O criptocromo 1 (Cry 1) pode ser visto na imunofluorescência verde. Crédito: Christine Niessner et al., 2016/Nature Scientific Reports
Eles acharam esta molécula em cones sensíveis à cor azul de carnívoros como cachorros, lobos, ursos, raposas e texugos, mas não a encontraram nos olhos de gatos, leões e tigres.
Entre os primatas, foi descoberta a presença do criptocromo 1 em orangotangos, macacos Rhesus e macacos-cinomolgos. Os detalhes foram publicados na Nature Scientific Reports.
Embora seja considerada uma espécie de sexto sentido, a magnetorrecepção é ligada ao sistema de visão dos animais. Os campos magnéticos ativam o criptocromo 1 na retina, ajudando os animais a verem como a inclinação dos campos se alinham com a superfície da Terra.
Como o criptocromo 1 ativo está na parte sensível à luz das células cones dos mamíferos, os pesquisadores suspeitam que isso auxilia na magnetorecepção, e não no ritmo circadiano ou na visão em si.
Ainda não sabemos como cachorros e primatas usam a magnetorecepção, mas as raposas podem dar uma pista: ao caçar, elas têm mais sucesso ao pegar ratos quando eles vão na direção norte. Para os primatas, isto pode ajudá-los com a orientação corporal, ou pode ser um vestígio evolucionário que não é usado.
O próximo passo será provar se esses mamíferos estão influenciando o poder do criptocromo 1, ou se as moléculas estão agindo de outras formas na retina.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

FÍSICA QUÂNTICA - " FORMAS DE VIDA DESCONHECIDAS DETECTADAS NO AMBIENTE POR LENTES ESPECIAIS "


Pesquisadores que procuram por evidência de antimatéria no Universo acreditam ter encontrado uma ‘forma de vida invisível’ no planeta, anteriormente desconhecida.
O grupo de pesquisadores que descobriu as misteriosas entidades trabalha para a corporação Thunder Energies, uma empresa envolvida com física nuclear, energia e equipamentos ópticos.  De acordo com eles, estas misteriosas entidades habitam a atmosfera da Terra.
A empresa é gerenciada pelo físico nuclear, diplomado na Havard, Dr. Ruggero Santilli.  O Dr. Santilli é considerado por muitos como perito em matemática e física, e já foi indicado para os Prêmios Nobel de Química e Física.  Ele desenvolveu um telescópio revolucionário, o qual foi projetado para encontrar luz antimatéria no Universo.  Ao contrário de telescópios refratores convencionais, que são feitos com lentes convexas, o telescópio de Santilli é feito com lentes côncavas.
De acordo com Santilli:
“Através do uso de telescópios com lentes côncavas, conhecidos como telescópios Santilli (marca e patente pendentes pela empresa pública estadunidense Thunder Energies Corporation), revisamos evidências da existência aparente de galáxias antimatéria, e raios cósmicos antimatéria.  Independentemente destas detecções astrofísicas, apresentamos pela primeira vez evidências da aparente existência de entidades em nosso ambiente terrestre, as quais são somente visíveis através de telescópios com lentes côncavas, enquanto são invisíveis aos nossos olhos e aos telescópios convencionais do tipo Galileu, com lentes convexas…”
O novo relatório, que foi publicado no American Journal of Modern Physics revelou a descoberta controversa, a qual sugere pela primeira vez a existência de entidades em nosso ambiente terrestre, as quais são invisíveis à olho nu e aos telescópios feitos de lentes convexas.
A detecção das entidades terrestres invisíveis foi publicada no trabalho intitulado:  Apparent Detection via New Telescopes with Concave Lenses of Otherwise Invisible Terrestrial Entities (ITE).
No estudo Santilli declara:
“Para sua grande surpresa, entidades não identificadas, porém claramente visíveis, imediatamente apareceram na tela da câmera acoplada ao telescópio Santilli, sem qualquer ampliação, sem que as mesmas entidades fossem visíveis a olho nu, e sem qualquer imagem correspondente existente na tela da câmera acoplada ao telescópio Galileu.  Esta descoberta inesperada disparou um novo uso sistemático dos telescópios Galileu e Santilli, desta vez para a procura de entidades, aqui chamadas de Invisible Terrestrial Entities – ITE (Entidades Terrestres Invisíveis), as quais são invisíveis aos nossos olhos, bem como aos instrumentos ópticos com lentes convexas, mas são de outra forma perfeitamente visíveis através dos telescópio Santilli com lentes côncavas, e estão localizadas em nosso ambiente terrestre.”
Uma primeira visão das Entidades Terrestres Invisíveis (ITE-1), foi detectada em duas fotos diferentes, em 5 de setembro de 2015, no céu noturno de Tampa Bay, Flórida, através e um par de telescópios Galileu e Santilli de 100mm, com uma câmera Sony SLT-A58K, ajustada com o ISO automático e uma exposição de 15 segundos.  A entidade é classificada como ISE-1, pois foi somente detectada no telescópio Santilli (assim emitindo luz com índice de refração negativa), e ela deixa uma imagem preta no fundo da câmera digital (assim emite luz com energia negativa).
Em observações posteriores, o Dr. Santilli identificou dois tipos diferentes de ITEs, reconhecendo que mais tipos de entidades podem ser identificadas no futuro.  Santilli declara que ambos os tipos de ITEs têm sido independentemente verificadas por colegas cientistas e suas existências foram confirmadas numa palestra no Clube de Astronomia de St. Petersburg, em 25 de setembro de 2015.
O primeiro tipo de ITE é definido pelo Dr. Santilli como entidades que:
  • Não são visíveis ao olho humano ou aos instrumentos ópticos convencionais com lentes convexas, mas são de outra forma completamente visíveis através de telescópios Santilli com lentes côncava;
  • Elas são visíveis em nosso ambiente terrestre, e não no espaço astrofísico profundo; e
  • Deixam ‘imagens pretas’ no fundo de câmeras digitais acopladas aos telescópios Santilli.
De acordo com relatórios, estas entidades se moviam lentamente e rotacionavam.  O Dr. Santilli declara que este tipo de movimento em particular exclui impurezas em seus telescópios, já que algumas pessoas especularam que estas entidades eram na verdade erros nas lentes dos telescópios, ou na câmera.
Santilli diz que a emissão da luz antimatéria não significa que a entidade seja feita de antimatéria, pois a existência de entidades dentro de nossa atmosfera implicaria numa explosão catastrófica, devido a aniquilação matéria-antimáteria.
Ele ainda escreve que:
“ITE-1 consiste em entidades-matéria em nosso ambiente terrestre, se locomovendo através da aquisição de antimatéria em seus interiores, com o consequente uso de propulsão matéria-antimatéria, e conseguem a invisibilidade através da emissão de luz antimatéria, como um tipo de exaustor.”
ITE-1
Santilli define o segundo tipo de entidade, ITE-2, como:
“Não visíveis ao olho humano ou aos instrumentos ópticos convencionais com lentes convexas, mas perfeitamente visíveis através de telescópios Santilli com lentes côncavas… Deixam ‘imagens claras’no fundo das câmeras digitais acopladas aos telescópios Santilli.”
Santilli continua seu estudo declarando:
“Consequentemente, tanto ITE-1 quanto ITE-2 possuem um índice negativo de refração quando propagam no meio da matéria, tal como vidro.  Sua diferença principal é que as primeiras entidades, também chamadas de ITEs escuras, carregam energia negativa, assim causando imagens pretas no fundo de uma câmera acoplada ao um Telescópio Santilli, enquanto as últimas, também chamadas de ITEs claras, carregam energia positiva, assim causando imagens claras, embora tenham um índice de refração negativo.”
O cientista declarou que as ITE-2 estavam se movendo e pulsando para frente e para trás quando foram vistas pelos telescópios Santilli, sugerindo que estavam “conduzindo uma vigilância não autorizada da área de Tampa… assim confirmando a necessidade de monitoramento sistemático de instalações civis, militares e industriais sensíveis.”
Para acessar a página em inglês sobre a descoberta, acesse o seguinte link: http://www.thunder-energies.com/docs/ITE-paper-12-15-15.pdf

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

PESQUISA - "PENSAMENTOS HUMANOS SÃO FEITOS DE MATÉRIA"

(CRIANDO, MANTENDO E MODIFICANDO A MATÉRIA)

Pesquisadores da Tomsk State University, na Rússia, e da New Bulgarian University, na Bulgária, afirmaram que pensamentos humanos são capazes de materializar um objeto.
Os resultados de seu estudo foram publicados na revista processamento Cognitive Processing.

Simulação mental

Os cientistas basearam sua pesquisa na ideia da chamada “simulação mental”, a fim de mostrar que o pensamento humano é material.
Eles queriam saber como o idioma influenciava a percepção do espaço, particularmente as dimensões essenciais “em cima-embaixo” e “esquerda-direita”.
“Queríamos verificar se o significado das palavras podia influenciar a simulação mental, isto é, a simulação da situação na cabeça”, disse Oksana Tsaregorodtseva, da Tomsk State University.
Na experiência, os pesquisadores pediram aos participantes para lembrar a localização do ponto no qual eles haviam escrito as palavras “para cima” ou “para baixo”. Os resultados indicam que a leitura das palavras ativou a representação do espaço designada por estas palavras, mesmo que no momento os participantes estivessem focados em outro processo, no caso, memorizar a localização dos pontos.
“A palavra é capaz de aumentar a sensação da realidade do objeto no espaço, não obstante o fato de que não existem objetos”, explicou Tsaregorodtseva.

Palavra = objeto

Pesquisas recentes nos mostram que a simulação mental não é muito diferente da realidade no que diz respeito à percepção do cérebro. Para nosso principal órgão, a situação real e a simulação são um único evento.
Experimentos realizados por outros cientistas na Europa sugerem que a mera tentativa de lembrar a posição espacial de um ponto na tela pode afetar a trajetória de nosso olhar.
Por exemplo, se uma pessoa memoriza a posição de um ponto como sendo no canto superior esquerdo da tela, e em seguida é convidada a olhar para cima em uma tela em branco, a trajetória do olhar centra-se no lado oposto ao do ponto anteriormente visto.
Este efeito é explicado pela simulação mental: a pessoa está ocupada memorizando a posição do ponto no cérebro, e essa memória é tão ativa que ela precisa “dar a volta” nesse obstáculo como se algo estivesse lá (ou seja, olhar para o lado oposto de um ponto inexistente em uma tela em branco, não havendo necessidade de se fazer isso).
A conclusão é de que as palavras, embora inerentemente intangíveis, desencadeiam a sensação de um objeto real no espaço.
O estudo ainda está em uma fase inicial, mas os cientistas especulam a aplicação dos seus resultados em neuropsicologia, por exemplo, para ajudar pessoas com percepção espacial prejudicada.