quinta-feira, 31 de março de 2011

"SAÚDE - MACONHA PIORA DESEMPENHO SEXUAL"

(Maconha versus Sexo)


O uso da maconha pode afetar negativamente o desempenho sexual masculino.

Este é o resultado de uma revisão das pesquisas publicadas na literatura médica, voltadas especificamente para o estudo da relação entre o consumo de cannabis e a saúde sexual.

"A maconha é a droga ilícita mais usada globalmente," diz o Dr. Rany Shamloul, da Universidade de Queens, no Canadá. "Ela também é frequentemente usada pelas pessoas sexualmente ativas mais jovens que não estão cientes dos efeitos danosos que ela pode ter sobre sua saúde sexual e seu desempenho."

Receptores penianos

Estudos em animais e in vitro identificaram novas conexões negativas entre o consumo de maconha e a disfunção sexual, que podem pôr fim às controvérsias que têm reinado sobre o assunto.

Embora já se soubesse que a maconha pode afetar determinados receptores no cérebro, agora se acredita que esses receptores também estão presentes no pênis.

O consumo da maconha pode ter um efeito neutralizador sobre esses receptores no pênis, tornando mais difícil para um homem para alcançar e manter uma ereção.

"Estes resultados vão mudar o atual entendimento da magnitude do impacto do uso da maconha sobre a saúde sexual," diz o Dr. Shamloul.

Efeitos da maconha

Estudos anteriores que analisaram os efeitos do uso da maconha sobre a função sexual masculina têm sido limitados e muitos destes estudos têm produzido resultados contraditórios, pondera o pesquisador.

Enquanto alguns antigos estudos apontavam que a maconha poderia ter efeitos benéficos na melhoria da função erétil, outros estudos recentes concluíram o oposto.

As conclusões do Dr. Shamloul baseiam-se em uma revisão de TODAS estas pesquisas, colocando-as sob um mesmo critério e tirando suas próprias conclusões, sem a execução de novos experimentos.

Evite esta porcaria !

"PESQUISA - AS BOAS NOVIDADES SOBRE A REDUÇÃO DO COLESTEROL"

 

O estudo denominado “The Study of Heart and Renal Protection (SHARP)” concluiu que cerca de um quarto de todos os ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais (derrames) e cirurgias para desobstrução arterial podem ser evitados, em pessoas com doença renal crônica, usando-se a combinação dos medicamentos ezetimiba e sinvastatina para reduzir os níveis de colesterol sanguíneos.

O estudo SHARP envolveu 9.500 voluntários, portadores de doença renal crônica, com 40 anos ou mais, recrutados de 380 hospitais em 18 países diferentes.

Os voluntários foram randomizados para receber ou uma terapia combinada para redução dos níveis de colesterol com 10 mg de ezetimiba e 20 mg de sinvastatina diariamente, ou placebo por uma média de cinco anos.

Os principais resultados mostram que:

A terapia com os dois medicamentos reduz o risco de ataques cardíacos, derrames e operações para desobstrução arterial em cerca de 25% das pessoas com doença renal crônica, independentemente da gravidade de sua doença.

Esta terapia combinada reduz o risco de maneira segura e pode ser particularmente boa para  pacientes renais, uma vez que evita a possibilidade de efeitos adversos com doses altas de estatinas.

Não houve suporte às preocupações anteriores com o ezetimibe em relação aos possíveis efeitos adversos sobre o câncer e nenhuma evidência de aumento do risco para problemas musculares ou hepáticos.

Fonte: SHARP – Study of Heart and Renal Protection

terça-feira, 29 de março de 2011

PESQUISA - "PESSIMISTAS..VOCÊS SE DESTROEM"


"Ó VIDA...Ó AZAR"


Um gatilho hormonal é disparado no cérebro quando a pessoa crê que algo vai dar errado

"Ó, vida, ó, azar!", queixava-se a hiena Hardy Har Har, no clássico desenho animado, prevendo que as coisas não dariam certo.

 Agora, uma pesquisa provou que, de alguma forma, Hardy tinha razão.

Se um paciente pensa que o tratamento não vai funcionar, ele provavelmente não irá, mesmo com as melhores técnicas ou os mais potentes medicamentos.

Uma antiga crença popular acaba de ganhar comprovação científica. Publicado em fevereiro na revista Science Translational Medicine, um estudo liderado pela Universidade de Oxford, da Grã-Bretanha, com a participação de outras três instituições europeias, mostrou que o pensamento negativo pode, sim, ter consequências nocivas.

Pelo menos quando o assunto é saúde.

Decididos a desvendar os mistérios do cérebro e a testar se as convicções dos pacientes podem alterar o resultado de um tratamento, os cientistas reuniram 22 voluntários para uma bateria de exames.

No laboratório, sem que os envolvidos soubessem, manipularam suas expectativas em relação à dor. Os resultados foram surpreendentes.

Imagine a cena: acomodados em um aparelho de ressonância magnética, com tubos intravenosos nos braços, os participantes foram expostos a uma dor física, provocada por uma fonte de calor. Pela corrente sanguínea, passaram a receber um analgésico potente.

Em determinado momento, ficaram sabendo que o medicamento seria cortado repentinamente. Quando isso aconteceu, os relatos de sofrimento aumentaram vertiginosamente. Nada demais, não fosse um pequeno detalhe: eles continuavam medicados. O mais curioso é que, por meio de imagens da atividade cerebral dos voluntários, os estudiosos confirmaram que eles realmente sentiam o desconforto relatado. Em outras palavras, a certeza de que a situação iria piorar anulou o efeito do remédio.

— Isso mostra que os médicos não podem subestimar a influência das expectativas negativas que os pacientes têm sobre o resultado de um tratamento —, declarou a professora Irene Tracey, do Centro de Ressonância Magnética Funcional do Cérebro da Universidade de Oxford, que comandou o trabalho.

Pessimistas

A conclusão também reforça algo que outras pesquisas já vinham apontando. Um levantamento desenvolvido em 2010 pela International Stress Management Association (Isma) revelou que, entre pessimistas inveterados, as chances de desenvolver moléstias — como problemas gástricos, dores musculares, arritmia e taquicardia — são maiores.

— Na ciência, classificamos os pessimistas como pessoas que interpretam as dificuldades como fracassos e sempre esperam o pior. Eles sofrem muito. Acham que o mundo é injusto, são inflexíveis e obsessivos — , destaca a presidente da Isma no Brasil e Ph.D. em psicologia, Ana Maria Rossi.

Não raro, quanto mais pensamentos negativos nutrem, mais pessimistas ficam. Mas o que está por trás disso? O neurologista Pedro Schestatsky diz que a explicação passa por um conjunto de fatores. Em geral, sempre que uma pessoa crê que algo vai dar errado e vive uma situação de estresse, um gatilho hormonal é disparado no cérebro, e substâncias como cortisol e adrenalina são liberadas.

É como se o órgão percebesse que há algo ruim por vir e preparasse o corpo para a guerra — mantendo-o em estado de hipervigilância.

Em pessoas saudáveis, essas descargas são comuns e até benéficas. O problema é que, no caso dos pessimistas, passam a ser contínuas. O resultado da cascata hormonal é a diminuição da capacidade de suportar a dor e o enfraquecimento do sistema imunológico, abrindo brechas a doenças. Por essa e por outras razões, Schestatsky comemora o resultado da pesquisa britânica:

— O estudo comprova o quanto é importante o médico conversar com seu paciente, entender o que se passa na cabeça dele e trabalhar isso. Não adianta atendê-lo em cinco minutos e prescrever um remédio sem um vínculo terapêutico. Se a expectativa for ruim, tem tudo para dar errado.

Saiba mais

Dos versos melancólicos e negativos do poeta inglês Lord Byron à saga de Luis da Silva, protagonista de Angústia, de Graciliano Ramos, os conflitos vividos por homens e mulheres de mal com o mundo perpassam gerações e pululam livros, filmes e programas de TV. Até os fãs dos desenhos animados se acostumaram a rir do velho e choroso bordão "ó, céus, ó, vida, ó, azar", de Hardy Har Har, a impagável hiena criada pelos estúdios Hanna-Barbera.

A técnica

Para ajudar pacientes a superarem o negativismo, a psicóloga Ana Maria Rossi costuma ensinar um método simples, desenvolvido na década de 80, chamado de técnica da visualização. Funciona assim:

1. Sempre que você estiver em uma situação que desencadeie algum pensamento negativo, pare o que está fazendo e respire fundo.

2. A ideia é que você "engane" seu cérebro. Em função de fatores neurológicos, ele não diferencia o real do imaginado. Para isso, antes que ele comece a produzir os hormônios relacionados ao pessimismo, substitua o pensamento negativo por um positivo e visualize a cena.

3. Repita o processo sempre que necessário e se programe para agir dessa forma até que passe a ser algo natural.

Problema tem solução

Pessimistas são como peixes presos a uma rede em alto-mar. Não é fácil se libertar da trama e dar um basta aos pensamentos negativos, afirmam os médicos. Mas não é impossível.

— O problema é que quando o pessimista vê uma luz no fim do túnel, acha que é a locomotiva que vem vindo. Ele se alimenta de fatos negativos. É um obsessivo —, diz a psicóloga Ana Maria Rossi.

O neurologista Pedro Schestatsky, coordenador do Comitê de Dor da Sociedade Europeia de Neurologia, vai mais longe: muitos desses pacientes, na verdade, têm transtorno de personalidade catastrófica:

— Eles supervalorizam a dor, como aqueles sujeitos que têm uma unha encravada e acham que vão morrer.

Não raro, complementa o psiquiatra Fernando Lejderman, o quadro está associado a depressão ou ansiedade. Dependendo da gravidade dos sintomas, o paciente só supera a situação com terapia e medicamentos.

— É difícil, mas se a pessoa reconhecer o problema, consegue vencer —, ressalta Lejderman.

Acostumado a receber em seu consultório adolescentes atormentados pelo vestibular, o psicólogo Fernando Elias José vive isso quase todos os dias. Especializado em psicoterapia cognitivo-comportamental, ele ajuda jovens a superarem o pessimismo.

— Muitos chegam aqui certos de que nunca vão passar no concurso. Só depois de muita conversa a gente consegue reverter esse tipo de crença— , explica José.

domingo, 27 de março de 2011

PESQUISA -"DOENÇA DE PARKINSON TEM VÁRIAS ORIGENS FORA DO CÉREBRO "


Um experimento realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) com modelos genéticos traz novos indícios de que a doença de Parkinson pode ter origem periférica, no sistema nervoso autônomo – isto é, na parte do sistema nervoso situada nos diversos órgãos do indivíduo – e não exclusivamente no cérebro, como acredita a maior parte dos neurologistas e neurocientistas.

De acordo com o coordenador do estudo, Antonio Augusto Coppi, esteorologista e professor associado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, a identificação de uma nova rota de origem do Parkinson é um passo importante para que os cientistas possam, no futuro, desenvolver uma técnica de diagnóstico precoce.

“Até o momento a doença é incurável e o foco do tratamento é melhorar a qualidade de vida do paciente. Para isso, é fundamental que o diagnóstico seja feito o quanto antes. Começando o tratamento precocemente, poderemos retardar o aparecimento da doença ou suavizar seus sintomas”, disse Coppi .

O experimento foi realizado com 20 camundongos geneticamente modificados e faz parte de um dos três projetos atualmente coordenados por Coppi e financiados pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa –Regular. O cientista é responsável pelo Laboratório de Estereologia Estocástica e Anatomia Química (LSSCA) da FMVZ-USP.

“Esses camundongos são alterados geneticamente para expressar o gene da alfa-sinucleína, um dos principais genes implicados na doença de Parkinson, assim como ocorre em humanos. Adquirimos animais com um mês de idade e os analisamos com três e seis meses, para observar o surgimento e a cronologia de evolução da doença. Em todos os 20 camundongos confirmamos que a doença teve origem em órgãos periféricos e só depois atingiu o cérebro”, explicou.

Ao investigar o local de origem da doença, um dos objetivos do estudo é entender o mecanismo pelo qual a doença afeta o coração. Cerca de 30% dos pacientes com Parkinson morrem de problemas cardíacos.

“Uma das perguntas que ainda permanecem é: se a doença afetaria primeiro as células nervosas do coração e só depois acometeria o músculo do miocárdio, ou se ocorreria o contrário. Estimamos que até o fim de 2011, quando se encerra o projeto, possamos nos aproximar de uma resposta. A partir daí, vamos apresentar os dados no 19º Congresso Mundial de Parkinson e Desordens Relacionadas, que será realizado na China em dezembro e, em seguida, publicar os estudos em revistas científicas internacionais com arbitragem”, disse.

O grupo já havia feito experimentos semelhantes com base em um modelo químico, injetando em animais drogas que simulavam a doença de Parkinson. Os resultados, segundo Coppi, foram muito satisfatórios, mas, com o uso da droga, é difícil saber se os sintomas apresentados pelos animais são provenientes do Parkinson ou de alguma neurointoxicação causada pela própria droga.

“O modelo genético é muito mais fidedigno. Por isso, no fim de 2009, pedimos à FAPESP recursos adicionais para adquirir os camundongos geneticamente modificados. O acompanhamento que fizemos consistiu em análises esteorológicas microscópicas de três e quatro dimensões, combinadas com análises funcionais, bioquímicas e comportamentais”, disse.

Os animais doentes com seis meses já apresentavam alterações periféricas muito maiores que as dos animais com três meses. Um dos aspectos inéditos da pesquisa, segundo Coppi, foi o uso da estereologia – uma ciência em expansão que permite a contagem minuciosa de partículas em 3-D e 4-D . O LSSCA da FMVZ é o único representante da Sociedade Internacional de Estereologia na América do Sul e ministra treinamentos, cursos e workshops visando a formação, capacitaçaõ e reciclagem continuada de pesquisadores nessa área.

“Conseguimos visualizar o coração dos animais em quatro dimensões – isto é, todas as dimensões do volume variando ao longo do tempo – e com isso observamos com muita precisão as alterações na estrutura do miocárdio, do plexo nervoso e do sistema excito-condutor cardíaco”, disse.

Em busca de marcadores biológicos

De acordo com Coppi, classicamente, a doença de Parkinson surge na parte do cérebro conhecida como corpo estriado, que é um dos chamados gânglios da base, onde ocorre a diminuição ou ausência da produção de dopamina. “Estamos mostrando que nem sempre isso é verdade. Nosso trabalho não nega a teoria antiga, mas avança o conhecimento ao apontar que não há uma rota exclusiva para a origem da doença”, afirmou.

Uma das motivações para o experimento foi um artigo publicado em fevereiro de 2010 no Cleveland Clinic Journal of Medicine por um grupo norte-americano. O trabalho destacou o caso de um paciente que foi diagnosticado com Parkinson aos 56 anos de idade, mas que já aos 52 anos apresentava sintomas periféricos e redução de dopamina no coração.

“Os autores descreveram a cronologia da evolução da doença desde sua origem até a manifestação clínica e os resultados comprovaram uma origem periférica. O papel do sistema nervoso autônomo na origem da doença está sendo também investigado por pesquisadores na Alemanha e no Japão. Estamos dando nossa contribuição a essa linha de pesquisa, que tem como horizonte a descoberta de marcadores biológicos precoces para a doença”, disse Coppi.

O cientista ressalta que os neurônios não são células exclusivas do cérebro: eles estão presentes também em órgãos como o estômago, o intestino, a bexiga urinária e o coração, entre outros. A hipótese formulada pelo grupo é a de que esses neurônios do sistema nervoso autônomo periférico se apresentariam degenerados pela doença, afetando subsequentemente os órgãos inervados por eles, provocando assim sintomas periféricos inespecíficos, ou seja, a "fase silenciosa" da doença.

“Nesse contexto, os pacientes podem apresentar taquicardia, insuficiência cardíaca e picos de pressão alta e baixa, no caso do coração e vasos, incontinência urinária, no caso da bexiga, ou constipação intestinal, no caso do intestino, por exemplo. No nosso experimento, os camundongos apresentaram todos esses sintomas – que coincidiam com o relato de caso do grupo norte-americano”, afirmou.

Segundo Coppi, como a doença de Parkinson tem um componente genético importante, o histórico familiar combinado à detecção precoce dos sintomas periféricos podem ser um importante facilitador para diagnóstico precoce da doença.

“Evidentemente, nem todos que têm problema de coração, bexiga ou intestino vão ter a doença de Parkinson. Mas, se a pessoa apresentar esses sintomas inespecíficos e tiver parentes com a manifestação cerebral da doença, é importante que procure um neurologista para uma investigação mais detalhada do contexto”, afirmou.


Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP

sábado, 26 de março de 2011

"FÍSICA QUANTICA - NASA LANÇA TECNOLOGIA PARA PROVAR EXISTÊNCIA DE OUTRAS DIMENSÕES COEXISTINDO COM A NOSSA"

“Alpha Magnetic Spectrometer II”


Para muitos a idéia de que existem várias dimensões é algo certo, mas na verdade essa hipótese física ainda não foi comprovada. Mas… essa página da história deve mudar !

A NASA lançou recentemente a última peça chamada “Alpha Magnetic Spectrometer II” para tentar averiguar se existe ou não a possibilidade de ter universos paralelos. Esse dispositivo se dirige a Estação Espacial Internacional (ISS) com esta finalidade.

O espectrómetro estará em órbita da Terra a uma altitude de 210 milhas e será acoplado à ISS, sendo responsável por encontrar e pesquisar a física de partículas.

O AMS-02 é um detector de partículas físicas construído, testado e operado, por uma equipe de 16 países e 500 cientistas de 60 instituições, todos coordenados pelo Departamento de Energia americano.
 
Com um peso de 6,7 toneladas e um consumo elétrico de entre 2000 e 2500 quilowatts, o AMS-02 será instalado no módulo S3 Truss para tentar captar a antimatéria e suas manifestações.
 
Uma primeira versão do espectrômetro, o AMS-01, foi enviada ao espaço a bordo do ônibus espacial "Discovery" em 1998 para efetuar explorações similares.

Essa busca se estende às estrelas e galáxias que podem estar a milhões de anos-luz da Via Láctea. Desse modo tentará encontrar a matéria escura, assim como antimatéria e raios cósmicos.

Agora só nos resta esperar que a missão seja um sucesso e possamos resolver esse grande mistério da ciência nos dias de hoje.


(Via dailygalaxy.com)

sexta-feira, 25 de março de 2011

" NOVA BIOLOGIA - VOCE SABE OQUE É PSICOFÍSICA ? "

( Somos mais ! )


A percepção da luminosidade, um estímulo físico, também possui uma dimensão psicológica.

Estudar a relação entre o ambiente e o mundo mental de representação dos estímulos sensoriais é a tarefa da psicofísica, ciência estudada no Laboratório da Visão do Instituto de Psicologia (IP) da USP.

Segundo a professora Dora Fix Ventura, coordenadora do laboratório, a psicofísica começou com a ideia de se fazer uma quantificação das sensações e saber a que sensações ou magnitudes destas correspondem os estímulos físicos.

Em humanos, o Laboratório estabelece metodologias para medir sensações e estuda os mecanismos neurais por trás do fenômeno psicológico.

Já com os animais, através da eletrofisiologia (estudo das propriedades elétricas em células e tecidos), o laboratório pesquisa os mecanismos neurais de processamento de estímulos visuais, principalmente no que se refere à visão de cores.

Uma das realizações do Laboratório da Visão foi a participação na descoberta de que alguns vertebrados, como a tartaruga, o beija-flor, alguns peixes e répteis, entre outros, têm visão ultravioleta.

Em humanos, as pesquisas de Solange Rios Salomão, atualmente professora da Universidade Federal Paulista (Unifesp), estabeleceram as normas para testes de acuidade visual em bebês e crianças, utilizados atualmente nos consultórios médicos.

Vários olhares

Dora Fix Ventura conta que o laboratório atende profissionais de áreas diferentes, como engenharia, biologia, educação física, psicologia e terapia ocupacional. Grande parte são pesquisadores de pós-graduação de diferentes unidades da USP.

"As pessoas têm interesses ligeiramente diferentes, aqui encontramos uma área em comum", conta Mirella Guatieri, optometrista. Para Elaine Zachi, psicóloga, quando há uma equipe multidisciplinar disponível é possível estudar o ser humano "com vários olhares".

Mirella está há dez anos no laboratório. Seu trabalho consiste em procurar indícios de alterações visuais de modo precoce, antes da manifestação do problema em pacientes diabéticos, com glaucoma ou intoxicação por solventes orgânicos como tolueno e benzeno.

Eles são encaminhados por médicos do Hospital Universitário (HU) da USP ou do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que conhecem o trabalho feito no IP.

Síndrome de Asperger

Elaine começou agora uma nova pesquisa, fazendo avaliação neurológica de pacientes com a síndrome de Asperger, e verificando se há um perfil neurológico próprio entre eles.

Seu trabalho contará com o apoio de profissionais com diferentes formações: após coletar os dados, a pesquisadora discutirá com médicos do HC e do Projeto Genoma e também com estatísticos que atuam no laboratório.

PESQUISA - "ESTAMOS TODOS LEGALMENTE ENVENENADOS"

(O pesquisador cita que as autoridades de saúde dos Estados Unidos identificaram mais de 200 substâncias tóxicas nos corpos dos norte-americanos)


Os consumidores estão constantemente expostos a centenas, senão milhares, de substâncias potencialmente tóxicas, substâncias que afetam o desenvolvimento e as funções cerebrais, o sistema imunológico, os órgãos reprodutores e o equilíbrio hormonal.

O alerta contundente é do Dr. Carl Cranor, da Universidade da Califórnia em Riverside, nos Estados Unidos.

Segundo o cientista, as crianças são as mais vulneráveis. Mas nenhuma lei de saúde pública exige testes para a maioria dos produtos químicos antes que eles sejam postos no mercado.

Cranor acaba de lançar um livro sobre o problema, chamado "Legalmente Envenenado: Como a Lei nos coloca em risco com os tóxicos", publicado pela editora da Universidade de Harvard, e ainda sem versão em português.

Cranor questiona a atual estrutura de controle baseada no risco de danos pela exposição a substâncias tóxicas."Como a maioria das substâncias ficam sujeitas à 'regulação pós-mercado', a estrutura legal vigente resulta em experimentos involuntários nos cidadãos. Os corpos dos cidadãos são invadidos e trespassados por substâncias comerciais, o que é, sem nenhuma dúvida, uma ofensa moral," diz ele.

O pesquisador cita que as autoridades de saúde dos Estados Unidos (Centers for Disease Control) identificaram mais de 200 substâncias tóxicas nos corpos dos norte-americanos médios.

Mas esse número ainda seria muito baixo porque ainda não foram desenvolvidos protocolos para identificar com segurança muitas outras substâncias.

"A lista só vai crescer com o tempo", diz Cranor.

"Estamos todos contaminados"

Com exceção dos produtos farmacêuticos e pesticidas, o sistema jurídico dos EUA e da maioria dos demais países permite que a maior parte das substâncias seja comercializada sem ensaios de toxicidade, sem saber se elas causam câncer, defeitos congênitos, efeitos sobre o desenvolvimento ou problemas reprodutivos.

Segundo Cranor, das mais de 50.000 substâncias introduzidas no mercado desde 1979, a comercialização de cerca de 85% delas foi autorizada sem qualquer dado sobre seus efeitos na saúde humana.

Para o pesquisador, a contaminação química já é tão prevalente que será muito difícil fazer estudos em seres humanos no futuro porque não haverá grupos de controle não contaminados, contra os quais se possa comparar as pessoas que estiverem contaminadas.

"Estamos todos contaminados. É uma questão de mais ou menos contaminação. Assim, está se tornando cada vez mais difícil para a ciência detectar alguns destes efeitos em seres humanos," afirma.


CIÊNCIA - "EXISTEM MILHARES DE PLANETAS COMO A TERRA SÓ EM NOSSA GALÁXIA"

(Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vô-lo teria dito..)


Ultimamente, os cientistas andaram fazendo cálculos e tentando encontrar probabilidades e porcentagens para a vida alienígena no universo.

Agora, esse número acaba de aumentar: um novo estudo mostra que aproximadamente uma em cada 37 ou uma em cada 70 estrelas como o sol podem abrigar vida extraterrestre. Os dados sugerem que milhares de planetas como a Terra podem existir na nossa galáxia.

Os novos cálculos são baseados em informações do telescópio espacial Kepler, que em fevereiro surpreendeu o mundo ao revelar mais de 1.200 possíveis mundos alienígenas, incluindo 68 planetas do tamanho da Terra.

O telescópio chegou a essas conclusões observando o escurecimento que ocorre quando um planeta transita ou passa diante de uma estrela.

Em seguida, os pesquisadores da NASA filtraram esses dados, e focaram nos planetas do mesmo tamanho que a Terra em zonas de habitabilidade de suas estrelas, isto é, dentro de órbitas onde a água líquida pode existir na superfície desses mundos.

Depois de analisarem quatro meses de dados, os cientistas determinaram que 1,4 a 2,7% de todas as estrelas parecidas com o sol devem ter planetas semelhantes à Terra (entre 0,8 e 2 vezes o diâmetro da Terra, e dentro da zona de habitabilidade de suas estrelas).

Isso significa dois bilhões de análogos da Terra na nossa galáxia. E isso só na nossa galáxia: há 50 bilhões de outras galáxias. Por isso, os cientistas acreditam numa boa chance de encontrar vida, talvez até mesmo vida inteligente, lá fora.

No futuro próximo, os cientistas prevêem que um total de 12 mundos semelhantes à Terra poderão ser encontrados. Quatro deles já foram vistos nos quatro meses de dados divulgados até agora.

Quando se trata das 100 estrelas parecidas com o sol mais próximas do nosso planeta, algumas dentro de um ano-luz de distância, os resultados sugerem que apenas cerca de 2 mundos semelhantes à Terra podem ser encontrados.

E tais números podem subir. As estrelas anãs vermelhas também podem hospedar planetas semelhantes à Terra, e essas estrelas são muito mais comuns do que as estrelas parecidas com o sol.


[LiveScience]

quinta-feira, 24 de março de 2011

COMPORTAMENTO - "SEJA POSITIVO PERANTE A VIDA"


As pessoas com boa saúde emocional têm controle de seus pensamentos, sentimentos e comportamentos.

Sentem-se bem quanto a si mesmos e têm bons relacionamentos.

Entretanto, é importante lembrar que tais pessoas algumas vezes apresentam algumas dificuldades emocionais, podendo ter uma doença mental temporária.

Doenças mentais em geral possuem também uma causa física, tal como um desequilíbrio químico no cérebro.

O estresse, problemas na família, no trabalho ou na escola algumas vezes disparam doenças mentais ou as pioram. As pessoas que têm boa saúde emocional, quando sofrem algum transtorno emocional transitório podem lidar com ele com menos complicações.

Reconhecer que há a necessidade de ajuda para um sofrimento emocional não é sinal de fraqueza, mas de limite humano o qual todos possuímos, uma vez que não somos deuses.

Se uma pessoa necessita de ajuda médica, por exemplo, por causa de uma infecção, por que não precisaria no caso de um transtorno mental como crise de pânico, depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, que não são sinais de fraqueza, mas de “infecções” emocionais.

Pensamentos e sentimentos também adoecem e não só o fígado, pulmão, estômago, etc.

Sentimentos positivos ajudam a saúde física. Pessoas que vivem reclamando, resmungando, discutindo com os outros, se irritando facilmente, adoecem mais por causa dos hormônios do estresse secretados em seu corpo devido à tais atitudes negativas, tensas.

Os hormônios do estresse, nelas, são produzidos em grande quantidade e prejudicam certas funções orgânicas. O problema não são os hormônios em si, mas a liberação exagerada motivada por estas e outras atitudes emocionais negativas e descontroladas.

É como você ficar pisando no acelerador do carro estando em ponto morto com o carro estacionado.

O combustível em excesso injetado no motor poderá produzir alterações no seu funcionamento, além do desperdício.

Pensamentos e emoções negativas tomando conta da mente de uma pessoa é correspondente a ficar injetando combustível no motor do veículo sem precisar movimentá-lo. Demasiada cortisona e adrenalina, hormônios do estresse liberados nestas circunstâncias, prejudicam porque eles não são necessários na verdade naquela quantidade e naquela hora.

Suas glândulas não têm capacidade de avaliar se é adequado ou não secretar tais hormônios quando você está nervoso, resmungando, irritado sem estar vivendo uma situação de risco de vida real. Situações emergenciais reais para a sobrevivência do organismo liberam tais hormônios para a luta ou fuga, mas quando a pessoa perde o controle emocional por imaturidade e falta de auto-controle, as glândulas obedecem aos pensamentos e sentimentos negativos disparando os hormônios mesmo que não seja bom para o corpo naquela quantidade e momento.

Usando o mesmo exemplo do veículo, o motor não tem capacidade para dizer ao indivíduo que ele está parado e por isso não necessita de combustível injetado pelo pisar no pedal do acelerador.

Pensamentos e sentimentos positivos favorecem a saúde, e dentre eles estão o amor, a alegria, a gratidão, a misericórdia, o perdão, a bondade, a mansidão, a esperança.

Portanto, cultive-os.

Olhe para o lado positivo das coisas, mesmo em meio a alguma dor e problema.

Aprenda a mudar a pergunta de “por que isto ocorreu comigo”, para “para que isto ocorreu comigo e o que posso aprender com isto?”.

Evite a primeira briga.

Decida ter serenidade ao invés de ter que ter razão o tempo todo.

Pense antes de agir.

Lute para melhorar ou adquirir auto-controle emocional.

Cuide bem de seu corpo com exercícios físicos, descanso, dieta saudável.

Saúde física e mental são dois lados de uma mesma moeda. Lembre-se de que o que é bom passa, mas o que é ruim também passa. O coração alegre serve de bom remédio.

(Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br)

ALERTA - "JALECOS MÉDICOS E AS INFECÇÕES HOSPITALARES"


Em vez de proteger o usuário, o jaleco médico - indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como equipamento de proteção individual para os profissionais do setor - pode ser fonte de contaminação.

É o que indica um estudo realizado por alunas da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), câmpus de Sorocaba, e divulgada ontem. Das amostras analisadas, 95,83% estavam contaminadas.

Entre os micro-organismos identificados nos jalecos está o Staphilococcus aureus, bactéria considerada um dos principais agentes de infecção hospitalar.

A pesquisa foi realizada pelas alunas Fernanda Dias e Débora Jukemura, sob orientação da professora Maria Elisa Zuliani Maluf.

A proposta surgiu após a constatação de que alunos e residentes do hospital-escola do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, da rede estadual de saúde, saíam para o almoço em bares e restaurantes sem tirar o jaleco.

O objetivo foi comparar a microbiota - conjunto de micro-organismos que habitam um ecossistema - existente nos jalecos, sobretudo na região do punho e na pele dessas pessoas, com a dos não usuários.

Foram avaliados 96 estudantes de Medicina, distribuídos nos seis anos da graduação, que atuam na enfermaria de clinica médica do hospital.

A metade usava jalecos (de mangas longas) e a outra metade não.

“Essa elevada taxa de contaminação pode estar relacionada ao contato direto com os pacientes, aliada ao fato de os micro-organismos poderem permanecer entre 10 e 98 dias em tecidos, como algodão e poliéster”, explica Fernanda.

A PUC-SP pretende aprofundar os estudos para encaminhá-los à OMS.


FONTE : JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

SAÚDE - "MELANCIA AJUDA NO CONTROLE DA HIPERTENSÃO"

(Comer melancia é uma forma gostosa de combater a hipertensão)


De acordo com pesquisadores da Universidade do Estado da Flórida, nos EUA, a fruta contém um aminoácido chamado L-citrulina/L-arginina, que melhora a função arterial, ajudando a reduzir a pressão sanguínea.

“A melancia é a fonte comestível mais rica em L-citrulina, que está intimamente relacionada à L-arginina, o aminoácido necessário para a formação de óxido nítrico, essencial para a regulação do tônus vascular e de uma pressão sanguínea saudável”, escreveram os pesquisadores, em artigo no American Journal of Hypertension.

O pesquisador Arturo Figueroa, que coordenou o estudo, explica que a L-citrulina é convertida em L-arginina no corpo, trazendo benefícios para a saúde vascular desses pacientes.

No entanto, o simples consumo desse segundo composto através de comprimidos não seria uma opção viável, porque ele pode causar náuseas, desconforto gastrointestinal e diarreia.

Em pesquisa com nove pessoas hipertensivas com idades entre 51 e 57 anos, os pesquisadores confirmaram que o consumo de “doses terapêuticas” diárias de melancia por seis semanas poderiam ser úteis no combate à hipertensão, melhorando a função arterial e reduzindo significativamente a pressão.

"EVENTO DE TERAPIA QUANTICA EM RIBEIRÃO PRETO"

terça-feira, 22 de março de 2011

PREVENÇÃO - "A BOA SAÚDE É UMA CONQUISTA DIÁRIA"


(Ser feliz é um exercício diário)


Um dos propósitos de nossa existência é buscar a felicidade. Tudo que fazemos é para sentir felicidade. E, uma das fontes da felicidade é ter saúde.

A saúde é um dos fatores necessários para uma vida feliz. Todos nós queremos ter saúde e desejamos saúde aos outros, pois ter saúde é muito precioso. Porem, precisamos entender que a saúde não vem de graça.

 Ela é conquistada a cada dia, cuidando de nosso corpo, da alimentação, de nossa mente e do espírito.

Procedimentos essenciais para não adoecer e manter a saúde :

- Tenha o discernimento de não comer demais e nem de menos. Desenvolva a disciplina para escolher alimentos saudáveis, buscando na comida o prazer benéfico e não apenas o prazer momentâneo que adoece o corpo.

- Fique livre de vícios que trazem dependência e doenças. Através do amor a si mesmo, a pessoa pode se libertar e ter autodomínio sobre seus sentidos.

- Exercite seu corpo com regularidade, com motivação, disciplina e gentileza. Faça caminhadas, pratique hatha yoga ou tai chi chuan, musculação leve, alongamentos, Pilates ou natação.

- Tenha aulas de dança, ou simplesmente dance espontaneamente. Ouça músicas bonitas e mantras. A música e a dança são terapias poderosas para alimentar o bom humor e a saúde.

- Aprenda a relaxar para criar novas energias e dissolver a ansiedade. Durma o necessário para descansar e renovar-se.

- Compreenda que é uma terapia compartilhar os sentimentos, desabafar, partilhar as dúvidas, erros e alegrias com a família e amigos, porque as emoções e sentimentos reprimidos geram doenças como gastrites, úlcera, dores na coluna.

- Não cultive a tristeza, nem sentimentos de culpa ou sentimentos de não aceitação da vida ou de autodepreciação porque trazem doenças pulmonares e depressão.

- Assim como a felicidade, a saúde pode ser alcançada através do treinamento da mente. Quando falamos de treinar a mente, estamos incluindo o intelecto e sentimento, coração e a mente.

- Através de certa disciplina interior, podemos transformar nossa atitude e nossa maneira de encarar a vida, melhorando nosso bem-estar e tranquilidade.

- Com essa disciplina interior, começamos a identificar aqueles fatores que levam à saúde e à paz interior e aqueles que levam ao sofrimento. Depois da identificação, passamos, gradativamente, a eliminar os que levam ao sofrimento e a cultivar os que conduzem à saúde integral. Isso é de vital importância.

- Acalme a mente através da meditação e da consciência da respiração para encontrar um ponto de equilíbrio interior. O estado da mente tem grande influência sobre nossa experiência do dia a dia. Quanto maior o nível de serenidade da mente, maior será a paz de espírito e a saúde.

- A serenidade da mente tem como origem a compaixão, o afeto e o agradecimento. Quando dispomos dessa estabilidade interna, mesmo que faltem vários recursos externos para a felicidade, ainda é possível levar uma vida prazerosa.

- Fique livre das dúvidas. A pessoa indecisa torna-se ansiosa, com angústias. Acumula problemas e preocupações e, isso traz doenças nervosas e gástricas, labirintite e problemas de pele.

- É preciso ter coragem e discernimento para tomar decisões. Quando meditamos e acalmamos nossa mente, temos boas intuições, ideias e insights para decidir corretamente, porque nos conectamos com o espaço de sabedoria dentro de nós.

- Busque soluções e não aumente os problemas. Corte na raiz os pensamentos negativos e substitua-os por pensamentos positivos, de saúde, de prosperidade, de confiança.

- O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doenças. As pessoas negativas preferem lamentar e são pessimistas. Não veem as soluções porque só ficam focadas nos problemas.

- Entenda que “é melhor acender um fósforo do que lamentar a escuridão”.

- Entenda que somos o que pensamos, portanto, cultive pensamentos positivos que trazem entusiasmo e bem-estar.

- Perdoe a si mesmo. Perdoe os outros e não guarde mágoas. Quem guarda ressentimentos perde a saúde e a alegria de viver. Quem perdoa tem saúde física e mente pacífica.

- Se a pessoa nutre pensamentos rancorosos ou muita raiva, ela destrói a própria saúde, esse fator tão essencial para uma vida feliz. Por outro lado, se a pessoa conseguir manter um estado mental calmo, poderá ser feliz apesar de ter uma saúde frágil.

- Aceite suas limitações. Aceite as críticas e aprenda com elas. Isto é sabedoria .

- Aceitar-se é fundamental para uma vida saudável. Quem se rejeita e não tem boa autoestima alimenta os venenos da mente: a autodestruição, a inveja, o ciúme. Não tem tranquilidade e adoece devido a esses sentimentos.

- Desenvolva as qualidades como tolerância, paciência, compreensão, aceitação e confiança.

- Confie na vida e nos outros. Sem essa confiança não é possível amizades verdadeiras e bons relacionamentos.

- Confie em você mesmo. Confie no seu Deus interno. Sinta: Eu estou com Deus. Ele está comigo.

- Lembre-se das palavras de Baba Muktananda, um grande Mestre yogue: “Deus habita em você, como você, para você. Veja Deus em cada um.”

- Permita que essa confiança lhe dê apoio interno para superar os desafios, ter boa saúde e fluir suavemente pela vida. Fique em paz! Namaste! Deus em mim saúda Deus em você!

"NOVA BIOLOGIA - SUPERESTRUTURAS DE DNA E SUAS FUNÇÕES BIOLÓGICAS DESCONHECIDAS DO HOMEM"


Todos já estão acostumados para as letras do DNA - A, C, G e T são os símbolos dos nucleotídeos adenina, citosina, guanina e timina.

Elas se unem para formar as pontes entre as hastes retorcidas da chamada "molécula da vida".

Mas parece que essas letras podem se unir em unidades maiores, como "palavras" ou até mesmo "frases".

Um grupo de pesquisadores das universidade de Málaga (Espanha) e Harvard (Estados Unidos) descobriram que o DNA contém estruturas maiores, muito além das letras individuais dos nucleotídeos.

Embora as funções dessas estruturas ainda não estejam bem claras, isto significa que os genes não são a única unidade organizacional dentro da sequência genética de um organismo.

Os cientistas verificaram que os genes individuais dentro dessas superestruturas têm uma interrelação que não pode ser explicada pelo mero acaso, implicando que as estruturas têm alguma função biológica.

Entropia

O genoma humano contém cerca de 3 bilhões das letras químicas A, C, G e T, que codificam os genes. As sequências de genes estão inseridas em porções mais longas do DNA, conhecidas como isócoras ou isocores.

Mas Pedro Carpena e seus colegas começaram a procurar regularidade em escalas maiores do que uma única isócora, que é definida pelo percentual de G e C em sua sequência.

Eles procuraram por regiões ricas em GC e pobres em GC nas sequências dos cromossomos humanos, utilizando um algoritmo baseado no conceito de entropia - uma medida do número de diferentes maneiras que um estado pode ser gerado.

Se uma moeda arremessada 10 vezes resulta em cinco caras e cinco coroas, toda a sequência tem alta entropia, porque existem muitas maneiras de conseguir esse resultado 50%-50%. Mas duas rodadas, com cinco resultados idênticos cada uma, tem uma entropia muito baixa, porque só há uma forma para que isso ocorra.

Carpena e seus colegas dividiram a sequência de nucleotídeos em segmentos que maximizam a diferença de entropia entre segmentos individuais e a sequência como um todo.

Superestruturas no DNA

Ao contrário do que acontece com uma moeda, contudo, a probabilidade de um determinado nucleotídeo aparecer não é independente dos nucleotídeos que vieram antes dele.

Para levar isso em conta, Carpena e seus colegas desenvolveram um novo modelo com uma ordenação realista de longo alcance, em substituição aos modelos aleatórios usados até então.

Eles descobriram que cada cromossomo humano é dividido em grandes segmentos com dezenas de milhões de nucleotídeos de comprimento - mais do que qualquer estrutura organizacional previamente conhecida no genoma.

Esses segmentos, que eles batizaram de "superestruturas", têm cerca de duas centenas de genes em média.

Função biológica desconhecida

Para verificar se estas superestruturas são biologicamente significativas, ou se não seriam apenas anomalias estatísticas, a equipe analisou os genes nessas superestruturas.

Eles usaram um banco de dados que atribui a cada gene um termo descritivo de sua função biológica, como "membrana", "metabólica" ou "sinalização".

Dois genes selecionados aleatoriamente tendem a compartilhar 6 desses termos descritivos. Dois genes na mesma isócora compartilham 15.

Quaisquer dois genes na mesma superestrutura tendem a compartilhar cerca de 18 termos.

Para Carpena e seus colegas, esta similaridade funcional sugere que a superestrutura tem uma função biológica, mesmo que ainda não consigam identificá-la.

COMPORTAMENTO - "COMPAIXÃO, A MAIS HUMANA DAS VIRTUDES"

(Todos Somos Um, ao cuidar do próximo estará cuidado de voce !)


Três cenas aterradoras: o terremoto no Japão, seguido de um devastador tsunami, o vazamento deletério de gases radioativos de usinas nucleares afetadas e os deslizamentos destruidores, ocorridos nas cidades serranas do Rio de Janeiro, provocaram em nós, com certeza, duas atitudes: compaixão e solidariedade.

Primeiro, irrompe a com-paixão. A compaixão talvez seja, entre as virtudes humanas, a mais humana de todas, porque não só nos abre ao outro, como expressão de amor dolorido, mas ao outro mais vitimado e mortificado. Pouco importam a ideologia, a religião, o status social e cultural das pessoa.

A compaixão anula estas diferenças e faz estender as mãos às vitimas. Ficarmos cinicamente indiferentes, mostra suprema desumanidade que nos transforma em inimigos de nossa própria humanidade. Diante da desgraça do outro não há como não sermos os samaritanos compassivos da parábola bíblica.

A com-paixão implica assumir a paixão do outro. É transladar-se ao lugar do outro para estar junto dele, para sofrer com ele, para chorar com ele, para sentir com ele o coração despedaçado. Talvez não tenhamos nada a lhe dar e até as palavras nos morram na garganta.

Mas o importante é estar aí junto dele e jamais permitir que sofra sozinho. Mesmo que estejamos a milhares de quilômetros de distancia de nossos irmãos e irmãs japoneses ou perto de nossos vizinhos das cidades serranas cariocas, o padecimento deles é o nosso padecimento, o seu desespero é o nosso desespero, os gritos lancinantes que lançam ao céu, perguntando, “por que, meu Deus, por que?” são nossos gritos lancinantes.

E partilhamos da mesma dor de não recebermos nenhuma explicação razoável. E mesmo que existisse, ela não desfaria a devastação, não reergueria as casas destruídas nem ressuscitaria os entes queridos mortos, especialmente as crianças inocentes.

A compaixão tem algo de singular: ela não exige nenhuma reflexão prévia, nem argumento que a fundamente. Ela simplesmente se nos impõe porque somos essencialmente seres com-passivos. A compaixão refuta por si mesma noção do biólogo Richard Dawkins do “gene egoísta”.

Ou o pressuposto de Charles Darwin de que a competição e o triunfo do mais forte regeriam a dinâmica da evolução. Ao contrário, não existem genes solitários, mas todos são inter-retro-conectados e nós humanos somos enredados em teias incontáveis de relações que nos fazem seres de cooperação e de solidariedade.

Mais e mais cientistas vindos da mecânica quântica, da astrofísica e da bioantropologia sustentam a tese de que a lei suprema do processo cosmogênico é o entrelaçamento de todos com todos e não a competição que exclui.

O sutil equilíbrio da Terra, tido como um superorganismo que se autoregula, requer a cooperação de um sem número de fatores que interagem entre si, com as energias do universo, com a atmosfera, com a biosfera e com próprio o sistema-Terra.

Esta cooperação é responsável por seu equilíbrio, agora perturbado pela excessiva pressão que a nossa sociedade consumista e esbanjadora faz sobre todos os ecossistemas e que se manifesta pela crise ecológica generalizada.

Na compaixão se dá o encontro de todas as religiões, do Oriente e do Ocidente, de todas éticas, de todas as filosofias e de todas as culturas. No centro está a dignidade e a autoridade dos que sofrem, provocando em nós a compaixão ativa.

A segunda atitude, afim à compaixão, é a solidariedade. Ela obedece à mesma lógica da compaixão. Vamos ao encontro do outro para salvar-lhe a vida, trazer-lhe água, alimentos, agasalho e especialmente o calor humano.

Sabemos pela antropogênese que nos fizemos humanos quando superamos a fase da busca individual dos meios de subsistência e começamos a buscá-los coletivamente e a distribui-los cooperativamente entre todos.

O que nos humanizou ontem, nos humanizará ainda hoje. Por isso é tão comovedor assistir como tantos e tantas se mobilizam, de todas as partes, para ajudar as vítimas e pela solidariedade dar-lhes o que precisam e sobretudo a esperança de que, apesar da desgraça, ainda vale a pena viver.


(Leonardo Boff é autor do livro O princípio Compaixão e Cuidado, Vozes 2009)

SAÚDE - "MÚSICA AUXILIA NO TRATAMENTO DA DEPRESSÃO"


A depressão afeta milhares de indivíduos em todo o mundo. Diversas terapias são usadas para combater essa condição, cada uma de uma forma diversa.

Além disso, há diversos tratamentos farmacológicos, quando necessário.

Mais recentemente, uma terapia complementar, que mostrou ser efetiva no auxílio ao combate da depressão – de acordo com um estudo feito na Suécia –vem ganhando espaço e pode ser bastante prazerosa para a grande maioria das pessoas: ouvir música.

De acordo com os pesquisadores, ouvir música deixa as pessoas mais relaxadas mental e fisicamente e amplificam os efeitos benéficos dos tratamentos psicológicos. “As evidências sugerem que a música deveria ser mais bem explorada no tratamento da depressão”, afirmam os pesquisadores, liderados por Vera Brandes e publicado no periódico Journal of Psychotherapy and Psychosomatics.

De acordo com os resultados da pesquisa, a “musicoterapia” pode ajudar que as pessoas se reconectem com algumas sensações e sentimentos, o que as faz mais sensíveis ao tratamento feito com profissionais de saúde mental.

O estudo de Brandes e de seus colegas observou três grupos de indivíduos, homens e mulheres, de idades variadas, e que participaram de dois tipos de musicoterapias (uma onde se ouvia pequenas partes de músicas clássicas, outra na qual as músicas não eram interrompidas) ou de um terceiro grupo, o de controle.

Usando diversos questionários que indicavam o nível de depressão desses indivíduos, os pesquisadores começaram, então, a medir o nível de progresso desses pacientes nas terapias psicológicas das quais estavam participando.

De acordo com os resultados, apesar de nem todas as escalas de depressão indicarem alterações, isso poderia ser explicado pelo foco utilizado por esses testes padrão para determinar a depressão (como fatores cognitivos ou então fatores emocionais), aponta Brandes e seu grupo.

De qualquer maneira, o estudo indica que diversas escalas (como as intituladas Beck Depression Inventory, ou BDI, e Hospital Anxiety and Depression Scale, a chamada HADS-D) mostraram uma variação positiva nos resultados dos grupos tratados com musicoterapia, em comparação ao grupo controle.

“Baseados nos possíveis efeitos neurofisiológicos e neuroquímicos, a musicoterapia, como observamos nesse estudo piloto, parece estar associada a uma maior redução de sintomas depressivos quando está associada a outras terapias tradicionais, e pode representar um potencial tratamento complementar para a condição”, concluem os autores.

Uma metanálise feita pelos pesquisadores Maratos, Gold, Wang e Crawford também indicou potenciais benefícios da musicoterapia.

Ligue o som !!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

PESQUISA - "GRÁVIDAS DEVEM EVITAR O USO DE CELULAR"



As mulheres grávidas que usam frequentemente o celular correm mais riscos de terem filhos com transtornos de comportamento,segundo um estudo dinamarquês. O estudo se baseia em uma série de nascimentos dinamarqueses que inclui 100.000 mulheres grávidas entre 1996 e 2002.

Neste também se incluem mais de 28.000 crianças que tinham 7 anos em dezembro de 2008. A pesquisa foi realizada após um primeiro estudo sobre 13.000 crianças com sete anos até novembro de 2006, que já tinha demonstrado uma relação entre a exposição pré-natal e problemas de comportamento.

Os novos dados, publicados ontem pela revista especializada Journal of Epidemiology and Community Health, mostram que mais de um terço das crianças de 7 anos (35%) utilizam um telefone celular (frente aos 30% do primeiro estudo).

Dezessete por cento haviam sido expostos ao telefone celular antes e depois do nascimento (frente a 10% anteriores).

Ao contrário, 53% das crianças do primeiro estudo e 39% do segundo não teriam sido expostas antes ou depois do nascimento.

As categorias de exposição foram definidas segundo vários critérios: número de ligações diárias, localização do aparelho fora do seu uso (na bolsa no ou bolso), uso de fone de ouvido...

Nos dois estudos, uma proporção de aproximadamente 3% das crianças tiveram um comportamento anormal e outros 3% apresentaram um risco de comportamento anormal.

Segundo os pesquisadores, as crianças expostas à telefonia celular antes e depois do nascimento tinham 50% mais riscos de apresentar transtornos de comportamento.

Para as crianças expostas apenas antes do nascimento, o risco era de 40%.

Para validar seus resultados, os cientistas levaram em conta outros possíveis fatores de influência, como o tempo que a mãe passou cuidando do filho. “Mesmo sendo prematuro interpretar estes resultados como uma relação de causalidade, tememos que a exposição precoce aos telefones celulares possa comportar um risco que, se for comprovado, seria um problema de saúde pública, levando em conta o uso tão disseminado desta tecnologia”, concluíram os autores.

O que se imagina é que a exposição à radiação emitida pelo celular, ainda que pequena, não seria bem absorvida pelo organismo humano.

Os pesquisadores afirmam ainda que talvez ela pode não ser a grande vilã. As mães que mais usavam o telefone poderiam ser também mais negligentes com as crianças.

Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, professor chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina, recomenda ponderação. "Pode até ser que o resultado um dia venha a se comprovar, mas os dados parecem inconclusivos", diz. Este é o primeiro estudo na área a traçar um paralelo entre o uso do celular e o aparecimento de problemas de comportamento em crianças.

Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Eisntein, em São Paulo, concorda. "Não dá para falar 'não use mais celular'. Mas eu diria às minhas pacientes para usar o mínimo possível", afirma.


Fonte : http://www.jornaldeuberaba.com.br/caderno saúde

ALERTA - "EVITE O USO DE SABONETE ANTIBACTERIANO"



A cada dia surgem novos itens de higiene que prometem acabar com os germes.

Os sabonetes antibacterianos estão se tornando parte da rotina de higiene das pessoas, mas eles são realmente necessários? Para os médicos, pessoas saudáveis não precisam dessa proteção extra e, em alguns aspectos, o uso excessivo desses produtos pode até ser prejudicial.

Já os fabricantes garantem sua segurança e eficácia.

O mestre e doutor em dermatologia pela Universidade de São Paulo Luís Fernando Tovo explica que sabonetes com agentes bactericidas são indicados apenas em algumas circunstâncias. “Não recomendo o uso rotineiro e frequente desses sabonetes para pacientes saudáveis”, esclarece Tovo.

Para o médico, os antibacterianos só devem ser usados em locais em que haja risco maior de contaminação, como hospitais, ou em casos de pacientes que sofrem de infecções de pele. Em casa, para uma pessoa saudável, água e sabão são o suficiente.

O infectologista Fernando Bellissimo Rodrigues, presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, concorda: “o uso de sabonetes antibacterianos tem indicações médicas específicas, como o combate a patologias. Para pessoas saudáveis, não é indicado, pois não há comprovação de benefícios e sim indícios de malefícios”.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), “a utilização de produtos antissépticos (o mesmo que antibacterianos)é recomendada sempre que identificado risco de contaminação, como: utilização de sanitários; manipulação de alimentos (principalmente em restaurantes); indústrias de fabricação de medicamentos; farmácias; hospitais (áreas não críticas); consultórios, inclusive odontológicos; regiões com ausência de saneamento básico e tratamento de lixo; etc”.

Na contramão dos médicos, a agência diz que indica o uso de antissépticos para pessoas saudáveis. Questionada se confronta os testes das empresas com outros estudos científicos, a Anvisa alegou: “em se tratando de produtos de higiene pessoal, a Resolução RDC 211/05 determina que a empresa detentora dos produtos se responsabilize pela segurança e eficácia (dos mesmos). Estes dados devem ser enviados no momento do registro para que sejam submetidos à analise de um técnico da Anvisa”.

Proteção natural ameaçada

Existem certamente bactérias que causam doenças e precisam ser combatidas.
Contudo, a professora titular do departamento de dermatologia infecciosa e parasitária da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Valeria Petri endossa: “o sabonete comum é, por si só, antisséptico (antibacteriano).
Não é preciso acrescentar nenhum princípio ativo para matar bactérias”.

A médica explica que a própria secreção da pele, o fluido que nem sempre percebemos, é antibacteriano. Chama-se manto lipídico. “São milhões de anos de evolução do homem. Não se pode duvidar da competência das nossas defesas naturais. Se não fossem competentes, nem estaríamos mais vivos. Se a gente não acredita e interfere, corre riscos”, adverte Petri.

Segundo Tovo, os sabonetes antibacterianos matam tanto as bactérias ruins como as consideradas boas, causando um desequilíbrio da colonização bacteriana.

Isso porque no nosso organismo há dois tipos de bactérias: as patogênicas, que causam doenças, e as não-patogênicas ou neutras. As últimas não fazem qualquer mal e até ajudam no equilíbrio das funções do nosso corpo. Agem, por exemplo, na síntese de vitaminas e no funcionamento do intestino. Na pele, protegem o organismo contra a invasão de germes nocivos, causadores de infecções e outras doenças.

“Para isso, as bactérias normais competem com as bactérias ruins (patogênicas) e com os fungos. Se forem eliminadas, perde-se a proteção natural da pele e as bactérias ruins podem conseguir entrar com mais facilidade”, explica Tovo. A defesa do organismo, portanto, fica enfraquecida.

Valeria Petri concorda com o médico. “As bactérias da flora da pele trabalham em favor da proteção cutânea natural. Retirá-las sistematicamente torna a pele indefesa”, esclarece.

Além de retirar a proteção natural da pele, os sabonetes antibacterianos podem deixar o usuário mais vulnerável a alergias, segundo a dermatologista. “Quanto menos ativos (substâncias que agem no organismo) forem colocados em um tratamento, melhor”, diz.

Produtos com muitos componentes têm risco maior de causar reações.

Evite !


(FONTE : http://www.jornaldeuberaba.com.br/caderno de saude)