sexta-feira, 23 de março de 2018

ALERTA - "SEIS SINAIS EXTERNOS DE PROBLEMAS CARDÍACOS"






As doenças cardiovasculares são a principal causa de
morte no mundo todo.
Infelizmente, o primeiro sinal que muitas pessoas têm de que
seu coração não está em boas condições é quando sofrem um ataque cardíaco.
 De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, 300 mil pessoas
sofrem infartos todos os anos. Em 30% dos casos,
 o ataque cardíaco é fatal.

Embora seja impossível detectar sozinho todos os alertas
que indicam que você tem um problema no coração, existem
alguns sinais visíveis e externos que podem prever um
futuro evento cardíaco.
Tenha em mente de que os sintomas da lista abaixo também
podem ter causas benignas. Se você estiver preocupado com
 sua saúde ou em dúvida, deve procurar um médico para
obter uma opinião especializada.

1. Sinais de Frank


Um desses indicadores externos é o aparecimento de pregas 
diagonais nos lóbulos das orelhas, conhecidas como “sinais de Frank”,
 em homenagem a Sanders Frank, o médico americano que as 
descreveu pela primeira vez.

Mais de 40 estudos científicos demonstraram que há uma associação
 entre essas pregas na orelha e o risco aumentado de aterosclerose,
uma doença em que placas se acumulam dentro das artérias.
Não está claro qual é a causa da associação, mas pode ser que
as duas condições tenham uma origem embriológica compartilhada.
Mais recentemente, algumas pesquisas notaram que estas
 pregas também podem ter ligação com doença cerebrovascular,
 uma condição que afeta os vasos sanguíneos no cérebro.

2. Xantomas


Outro indicador externo de problemas cardíacos são os xantomas, 
saliências gordurosas e amareladas que podem aparecer nos
 cotovelos, joelhos, nádegas ou pálpebras. São espécies de 
“tumores benignos”, ou seja, inofensivos, mas podem ser um 
sinal de problemas maiores.

Os xantomas são mais comumente vistos em pessoas com uma
doença genética chamada hipercolesterolemia familiar.
 Indivíduos com essa condição têm níveis excepcionalmente
altos de LDL (lipoproteína de baixa densidade), o chamado
 “colesterol ruim”. Os níveis deste colesterol são tão altos
 que se depositam na pele. Infelizmente, esses depósitos de
gordura também podem se acumular nas artérias que
suprem o coração.
O mecanismo que causa esses depósitos de gordura nos
tecidos ocupa um lugar icônico na medicina, pois levou
ao desenvolvimento de um dos grupos de drogas que
reduzem o colesterol: as estatinas.

3. Hipocratismo digital


Um fenômeno conhecido como hipocratismo ou baqueteamento
 digital também pode ser um sinal de que nem tudo está
 bem com o seu coração.

Nele, as unhas mudam de forma, tornando-se mais grossas e
 largas, devido à produção de mais tecido.
A mudança geralmente é indolor e acontece nas duas mãos.
 Isso pode ocorrer porque o sangue oxigenado não
atinge os dedos adequadamente, de forma que células
produzem um “fator” que promove o crescimento
para tentar corrigir o problema.
Esse sintoma médico foi descrito pela primeira vez por
Hipócrates, no século V aC. É por isso que é às vezes
 chamado de “dedos hipocráticos”.

4. Arcos senis


Depósitos de gordura nos olhos, chamados de “arcos senis”, 
também podem podem indicar problemas cardíacos.

Esses arcos começam na parte superior e inferior da íris,
até progredir para formar um anel completo.
Não interferem na visão.
Cerca de 45% das pessoas com mais de 40 anos têm esse halo de 
gordura ao redor da íris, aumentando para cerca de 70% nas 
pessoas com mais de 60 anos.
A presença desse anel gorduroso tem sido associada a alguns dos 
fatores de risco para doença coronariana.

5. Dentes e gengivas podres


O estado da sua saúde bucal também pode ser um bom 
indicador do estado da sua saúde cardiovascular.

A boca é cheia de bactérias, boas e ruins. As bactérias “ruins”
podem entrar na corrente sanguínea pela boca e causar
inflamação nos vasos sanguíneos, o que por sua vez pode levar a doenças cardiovasculares.
Estudos mostraram que perda dentária e gengivas
 inflamadas (periodontite) são marcadores de doença cardíaca.

6. Lábios azuis


Outro indicador de saúde é a cor dos seus lábios.

Os lábios geralmente são vermelhos, mas podem assumir uma
coloração azulada (cianose) em pessoas com problemas cardíacos,
quando o sistema cardiovascular falha em liberar sangue
oxigenado para os tecidos.
Naturalmente, as pessoas também podem ficar com os lábios azuis
quando estão com muito frio ou em altitude elevada.
Nesses casos, a “boca roxa” provavelmente é devida a uma falta
temporária de oxigênio, e deve retornar ao normal rapidamente. 

https://hypescience.com

quarta-feira, 14 de março de 2018

PESQUISA - "JEJUM INTERMITENTE, A CURA"


Pesquisadores conseguiram reverter sintomas de diabetes e restaurar o funcionamento do pâncreas em ratos ao colocá-los em dietas que imitam o jejum. O estudo foi publicado na revista Cell de fevereiro de 2017.

Esta dieta que dura cinco dias por mês engana o corpo para que ele acredite que está em jejum, “reiniciando” as funções de alguns órgãos e restaurando a produção de insulina, dizem os cientistas.

A vantagem dessa dieta em relação ao jejum tradicional é que o corpo continua recebendo nutrientes, proteína e pequena quantidade de energia.

O estudo foi conduzido pelo pesquisador Valter Longo e sua equipe da Universidade do Sul da Califórnia. Vale lembrar que tanto a universidade quanto Longo são os fundadores do L-Nutra, empresa de produtos alimentares para essa dieta que imita o jejum.

No estudo, a equipe de pesquisadores observou que a dieta reverteu os sintomas dos dois tipos de diabetes em ratos. “Ao forçar o organismo do rato para um estado extremo e depois trazê-lo de volta, as células no pâncreas passam a se reprogramar”, afirma Longo.

Já nos seres humanos, segundo a equipe, esta dieta ajuda na perda de peso e na redução de problemas cardíacos, câncer e até os sintomas de Esclerose Múltipla.
Neste estudo mais recente, os ratos foram colocados na dieta especial por quatro dias a cada semana, por vários meses. 

O resultado observado foi que as células beta do pâncreas foram regeneradas, armazenando e liberando insulina de forma normal.
Os pesquisadores também simularam a dieta em células pancreáticas humanas de doadores com diabetes tipo II. Neste caso, o jejum simulado também causou a normalização da insulina e da proteína Ngn3, necessária para o funcionamento normal do pâncreas.

Apesar de oferecer ótimos resultados, não devemos nos precipitar. Por enquanto, os testes foram feitos apenas em ratos e em células humanas em laboratório, e os pesquisadores alertam as pessoas para que não tentem reproduzir esta dieta em casa para tratar o diabetes.

Esta dieta deve ser feita sob medida para as necessidades de cada paciente, para que o médico possa medir os níveis de calorias e tipos de alimentos que devem ser ingeridos.

A próxima etapa do estudo é realizar estudos em humanos. “O mais interessante é que esse sistema provavelmente sempre existiu.

 Agora que o descobrimos, podemos achar formas de trabalhar com ele e usá-lo para o benefício da saúde humana”, afirma o pesquisador.

segunda-feira, 12 de março de 2018

COMPORTAMENTO - "SUICÍDIO DE ADOLESCENTES DESPENCA DEPOIS DA LIBERAÇÃO DE CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO NOS EUA"

A legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo influencia diretamente na queda do suicídio entre adolescentes, segundo estudo recém-publicado. 

A última pesquisa que examina o impacto que a política tem na saúde de jovens descobriu que os efeitos não são apenas observados entre aqueles que se identificam como LGBTT, mas também nos adolescentes em geral.

O estudo foi publicado na revista JAMA Pediatrics, e investigou como a legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo em 32 dos 35 estados norte-americanos que reconhecem a união impactou nas taxas de suicídio de 760 mil alunos entre os anos de 1999 e 2015.

 O resultado foi comparado com os 15 estados que ainda não legalizaram o casamento.

A conclusão foi que a taxa de suicídio caiu 7% entre todos os alunos dos estados em que há legalização, e 14% entre os alunos LGBTT.

“Estes são alunos do Ensino Médio, eles não vão casar tão cedo, em sua maioria”, explica Julia Raifmann, a pesquisadora principal. “Ainda assim, o casamento do mesmo sexo reduz o estigma associado com a orientação sexual. 

Provavelmente está relacionado com os direitos iguais – mesmo que eles não tenham planos imediatos de usá-los – que faz os alunos sentirem-se menos estigmatizados e mais esperançosos em relação ao futuro”.

O suicídio é reconhecido como a ameaça mais significativa entre adolescentes, e atualmente é a segunda maior causa de morte entre pessoas entre 15 e 24 anos. O problema normalmente aumenta entre aqueles que se identificam como LGBTT.

 29% das tentativas de suicídio registradas em 2016 foram deste grupo, enquanto 6% foram entre adolescentes heterossexuais.
Acredita-se que as atitudes negativas dirigidas às pessoas LGBTT é o que causa este comportamento, colocando os adolescentes que assim se identificam em um perigo maior de sofrer violência do que quando comparado com adolescentes hétero.

 A violência inclui bullying e assédio e até ataques físicos. 

Jovens que vêm de famílias que os rejeitam são 8.4 vezes mais propensos a cometer suicídio do que aqueles que têm famílias que os aceitam.

É importante destacar o número de suicídios é mínimo quando comparado com o número de pessoas que têm sua qualidade de vida impactada pela violência e discriminação. Ou seja, a taxa de suicídios é apenas um termômetro para avaliar as consequências da intolerância para este grupo.

Enquanto houve uma diminuição clara na taxa de suicídio entre adolescentes nesses estados que legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo, os pesquisadores não sabem apontar exatamente se os resultados são causados pelas campanhas políticas que cercam a legalização ou pela lei em si.

“Podemos concordar que reduzir a taxa de tentativa de suicídio entre adolescentes é uma coisa boa, independente das nossas visões políticas. 

Os legisladores precisam entender que leis relacionadas aos direitos das minorias sexuais podem ter efeito real na saúde mental dos adolescentes. 

As políticas do topo podem ditar tanto de forma positiva quanto negativa o que acontece na base”, argumenta a pesquisadora. 


https://hypescience.com

PESQUISA - "PARKINSON E ALZHEIMER E O PAPEL DOS INTESTINOS"

Primeiro Parkinson, agora Alzheimer

Uma pesquisa feita na Universidade de Lund (Suécia) deu suporte à hipótese de que as bactérias intestinais aceleram o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

conexão entre as bactérias intestinais e a doença de Parkinson já está bem estabelecida, o que levou os pesquisadores a estudar também a conexão com o Alzheimer - hoje já se sabe que o intestino parece formar um "segundo cérebro", tamanha é sua conexão com o sistema nervoso.

Como as nossas bactérias comensais têm um grande impacto sobre nossa saúde geral, sobretudo através de interações entre o sistema imunológico, a mucosa intestinal e a nossa dieta, a composição da microbiota intestinal passou a ser de grande interesse para as pesquisas sobre doenças neurológicas e neurodegenerativas.

A composição da nossa microbiota intestinal depende de quais bactérias recebemos no nascimento, dos nossos genes e da nossa dieta.

Bactérias intestinas e Alzheimer

Ao estudar camundongos saudáveis e doentes, os pesquisadores descobriram que os camundongos que sofrem de Alzheimer têm uma composição de bactérias intestinais diferente.

A equipe também estudou a doença de Alzheimer em camundongos completamente livres de bactérias, para testar ainda melhor a relação entre as bactérias intestinais e a doença.

 Os camundongos sem bactérias apresentaram uma quantidade significativamente menor de placas beta-amiloides no cérebro.

Para esclarecer a conexão entre a flora intestinal e a ocorrência da doença neurológica, os pesquisadores então transferiram bactérias intestinais de camundongos doentes para camundongos sem germes e constataram que estes últimos desenvolveram mais placas beta-amiloides no cérebro em comparação com o grupo que recebeu bactérias de animais saudáveis.

"Nosso estudo é único porque mostra um nexo causal direto entre as bactérias intestinais e a doença de Alzheimer. É marcante que os camundongos completamente livres de bactérias desenvolvam muito menos placas no cérebro," disse a pesquisadora Frida Fak Hallenius.

Dieta e probióticos

Os pesquisadores pretendem agora testar novos tipos de estratégias preventivas e terapêuticas contra o Alzheimer com base na modulação da microbiota intestinal através da dieta e de novos tipos de probióticos.

"Os resultados significam que agora podemos começar a pesquisar maneiras de prevenir a doença e retardar sua manifestação.

 Consideramos que este é um grande avanço, já que até agora só podemos administrar medicamentos antirretrovirais que aliviam os sintomas," finalizou Hallenius.

http://www.diariodasaude.com.br/

domingo, 11 de março de 2018

EPIGENÉTICA - "AMBIENTES NATURAIS MELHORAM A AUTO ESTIMA"


Já se sabia que o ambiente natural tem um efeito benéfico e a exposição a ambientes naturais também pode promover a imagem corporal positiva, que envolve o respeito pelo corpo e a rejeição de ideias rígidas em torno da própria aparência.

Isto ficou demonstrado em cinco experimentos separados realizados por pesquisadores da Universidade Anglia Ruskin (Reino Unido), Universidade Perdana (Malásia) e Universidade College de Londres.

Experimentos

Em três experimentos, usando diferentes estratégias e técnicas de medição, estudantes universitários observaram fotografias de ambientes naturais e construídos pelo homem e depois tiveram sua autoimagem corporal avaliada.

Os resultados mostraram que a exposição a imagens de ambientes naturais, mas não dos ambientes construídos, resultou em uma melhor imagem corporal - ou seja, talvez mudar alguns quadros em sua casa possa fazer a diferença.

Um quarto experimento envolveu membros do público que caminhavam por lazer em ambientes naturais e construídos, enquanto o experimento final envolveu participantes recrutados quando estavam entrando em um parque. Ambos os testes indicaram que passar um tempo em um ambiente natural resulta em uma valorização corporal significativamente maior do que em um ambiente construído.

Deslumbramento e pertencimento

"Há várias razões pelas quais a exposição à natureza pode ter esse efeito na imagem corporal positiva. Pode ser que ela distancie as pessoas, física e mentalmente, de situações focadas na aparência, que são uma das causas da imagem corporal negativa.

"Também é possível que a exposição a ambientes com profundidade e complexidade restrinjam os pensamentos negativos relacionados com a aparência.

 Mais especificamente, os ambientes naturais mantêm sua atenção sem esforço - um processo conhecido como 'fascínio suave'. Isso geralmente é acompanhado por sentimentos de prazer, como quando você é atraído pela visão do sol se pondo.

"Um ambiente que não exige atenção total pode proporcionar às pessoas uma quietude cognitiva, o que, por sua vez, pode favorecer a autocompaixão, como respeitar seu corpo e valorizá-lo como parte de um ecossistema mais amplo que requer proteção e cuidado.

"O acesso à natureza também pode significar que os indivíduos gastam mais tempo ao ar livre se envolvendo em atividades que focalizam a atenção na funcionalidade do corpo, em vez de na estética," comentou o professor Viren Swami, principal autor do estudo, publicado na revista Body Image.

EPIGENÉTICA - "POLUIÇÃO DO AR AUMENTA O CRIME"



As consequências da poluição do ar para a saúde são bem documentadas, mas será que um ar impuro também pode gerar variações de comportamento ?

É exatamente isso o que mostra um crescente número de pesquisas, que indicam, por exemplo, que a poluição aumenta a incidência de males sociais, incluindo taxas de criminalidade mais elevadas.

Para aferir esses resultados, a professora Julia Lee, da Universidade de Michigan (EUA), colocou sua equipe para fazer uma análise de longo prazo das estatísticas da poluição do ar e dos registros criminais. Para fundamentar suas hipóteses, a equipe idealizou também três experimentos em laboratório.

"Queríamos saber o que explica essa conexão entre poluição do ar e as atividades criminosas. Testamos a teoria de que o estresse e a ansiedade provocados pela poluição do ar são fatores contribuintes. Nossos resultados sustentam a afirmação de que a poluição do ar não só corrompe a saúde das pessoas, mas também pode contaminar sua moral," explicou Lee.

Os resultados indicam que a ansiedade causada pela exposição à poluição torna as pessoas mais propensas a trapaças e a comportamentos não-éticos. E isso pode ser uma das causas das taxas de criminalidade mais elevadas em áreas mais poluídas.

Ansiedade e trapaça

Inicialmente, os pesquisadores analisaram nove anos de dados de poluição atmosférica da Agência de Proteção Ambiental dos EUA e as estatísticas criminais do FBI. Altos níveis de poluição do ar em determinada área previram maiores incidentes de crime em quase todas as categorias, mesmo depois de serem descontados fatores como variáveis demográficas, níveis de aplicação da lei e taxas de pobreza.

A seguir, uma série de experimentos realizados nos Estados Unidos e na Índia identificaram uma conexão entre poluição, ansiedade e comportamento antiético. Uma vez que não é ético expor pessoas diretamente à poluição - embora outros cientistas tenham feito isso recentemente -, os testes mostraram imagens de cenas da cidade poluídas ou não poluídas. Os participantes deviam então descrever como eles viram essa área e refletir sobre como se sentiriam enquanto caminhavam nessa área e respiravam o ar.

As descrições escritas foram classificadas por codificadores em oito dimensões: angustiado, irritável, nervoso, assustado, entusiasmado, animado, feliz e relaxado.

Depois de descrever seus sentimentos, os voluntários passaram a completar tarefas - supostamente não relacionadas ao assunto - com pequenas recompensas financeiras para respostas corretas ou resultados bem-sucedidos. Em um experimento, eles foram informados de uma falha que permitia que descobrissem respostas corretas em um teste de associação de palavras, que fizeram a seguir. Em outro, eles receberam um jogo de dados e deviam relatar eles próprios os resultados, sendo que maiores pontuações resultavam em ganho de mais dinheiro.

Em cada estudo, os participantes que analisaram a foto poluída apresentaram maior probabilidade de expressar ansiedade e estresse em suas descrições e de trapacear no resultado dos dados.

"Os resultados nos provam que existe um custo ético para a poluição do ar," disse Lee.

"A poluição aumenta a ansiedade e isso leva ao comportamento antiético.

É um mecanismo da ciência comportamental que pode ajudar a explicar a conexão entre poluição do ar e maiores taxas de criminalidade."

O estudo será publicado na revista Psychological Science.