quinta-feira, 30 de setembro de 2010

EM MAIÚSCULO - "CÉLULAS SÃO SUSCETÍVEIS AO AMBIENTE"

(Células são oque voce faz delas)


"UM GRUPO DE CIENTISTAS PESQUISADORES DA AUSTRÁLIA, LIDERADO POR B.A.CORNELL, PUBLICOU UM ARTIGO NA "NATURE" CONFIRMANDO QUE UMA CÉLULA É UM HOMÓLOGO DE UM CHIP DE COMPUTADOR.

OS PESQUISADORES ISOLARAM A MEMBRANA DE UMA CÉLULA, COLOCARAM UMA PEQUENA LÃMINA DE OURO SOB ELA E PREENCHERAM O ESPAÇO ENTRE O METAL E O TECIDO COM UMA SOLUÇÃO ESPECIAL DE ELETRÓLITOS.

QUANDO OS RECEPTORES DA MEMBRANA FORAM ESTIMULADOS PELO SINAL QUE RECEBERAM, OS CANAIS CELULARES SE ABRIRAM E PERMITIRAM A PASSAGEM DA SOLUÇÃO. O METAL SERVIU COMO TRANSDUTOR OU CAPTADOR ELÉTRICO, CONVERTENDO A ATIVIDADE ELÉTRICA DO CANAL EM UM SINAL DIGITAL QUE PÔDE SER LIDO EM UMA TELA.

ESSE DISPOSITIVO, CRIADO EXCLUSIVAMENTE PARA A EXPERIÊNCIA, DEMONSTROU QUE A MEMBRANA DAS CÉLULAS NÃO SÓ SE PARECE COMO TEM O MESMO FUNCIONAMENTO DE UM CHIP.

CORNELL E SEUS COLEGAS CONSEGUIRAM TRANSFORMAR UMA MEMBRANA BIOLÓGICA EM UM CHIP LEITOR. E DAÍ, TALVEZ VOCE SE PERGUNTE ?

O FATO DE A MEMBRANA DE UMA CÉLULA E UM CHIP DE COMPUTADOR SEREM HOMÓLOGOS NOS PERMITE ESTUDAR E ENTENDER MELHOR A ESTRUTURA DAS CÉLULAS.

A SEGUNDA DESCOBERTA É QUE O PROGRAMADOR ESTÁ FORA DA CÉLULA. O COMPORTAMENTO BIOLÓGICO E A ATIVIDADE GENÉTICA ESTÃO DINAMICAMENTE LIGADOS ÀS INFORMAÇÕES DO AMBIENTE, QUE PODEM SER DESCARREGADAS (E ASSIM ACONTECE) COMO UM DOWNLOAD NO INTERIOR DA CÉLULA."


(Fonte - Livro "Biologia da Crença" de Bruce Lipton)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

UMA FRASE - "BRUCE LIPTON"


"SEGUINDO ULTRAPASSADOS MODELOS NEWTONIANOS, DEIXAMOS DE AMPLIAR NOSSOS HORIZONTES E NÃO PERCEBEMOS QUE A FÍSICA QUANTICA É A BASE DE TODAS AS CIÊNCIAS"

(B.Lipton é o maior cientista vivo de nossa geração, fundador de uma nova ciência a Epigenética e maior autoridade mundial em biologia celular)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"FÍSICA QUANTICA - NÃO EXISTE A MATÉRIA, TUDO É ENERGIA"

(Temos de nos curvar diante desta Mente Maior que tem moldado a energia em modos de realidade com os quais ainda temos que sonhar nesta existência- Ramtha)


O título deste artigo diz uma obviedade para quem entendeu minimamente a teoria da relatividade de Einstein pela qual se afirma ser matéria e energia equivalentes. Matéria é energia altamente condensada que pode ser liberada como o mostrou, lamentavelmente, a bomba atômica.

O caminho da ciência percorreu, mais ou menos, o seguinte percurso: da matéria chegou ao átomo, do átomo, às partículas subatômicas, das partículas subatômicas, aos “pacotes de onda” energética, dos pacotes de onda, às supercordas vibratórias, em 11 dimensões ou mais, representadas como música e cor.

Assim um elétron vibra mais ou menos quinhentos trilhões de vezes por segundo. Vibração produz som e cor. O universo seria, pois, uma sinfonia de sons e cores. Das supercordas chegou-se, por fim, à energia de fundo, ao vácuo quântico.

Neste contexto, sempre lembro de uma frase dita por W.Heisenberg, um dos pais da mecânica quântica, num semestre que deu na Universidade de Munique em 1968, que me foi dado seguir e que ainda me soa aos ouvidos : “O universo não é feito por coisas mas por redes de energia vibracional, emergindo de algo ainda mais profundo e sutil”. Portanto, a matéria perdeu seu foco central em favor da energia que se organiza em campos e redes.

Que é esse”algo mais profundo e sutil” de onde tudo emerge?

Os físicos quânticos e astrofísicos chamaram de “energia de fundo” ou “vácuo quântico”, expressão inadequada porque diz o contrário do que a palavra “vazio” significa.

O vácuo representa a plenitude de todas as possíveis energias e suas eventuais densificações nos seres. Dai se preferir hoje a expressão pregnant void “o vácuo prenhe” ou a“fonte originária de todo o ser”

Não é algo que possa ser representado nas categorias convencionais de espaço-tempo, pois é algo anterior a tudo o que existe, anterior ao espaço-tempo e às quatro energias fundamentais, a gravitacional, a eletromagnética, a nuclear fraca e forte.

Astrofísicos imaginam-no como uma espécie de vasto oceano, sem margens, ilimitado, inefável, indescritível e misterioso no qual, como num útero infinito, estão hospedadas todas as possibilidades e virtualidades de ser.

De lá emergiu, sem que possamos saber porquê e como, aquele pontozinho extremamente prenhe de energia, inimaginavelmente quente que depois explodiu (big bang) dando origem ao nosso universo.

Nada impede que daquela energia de fundo tenham surgido outros pontos, gestando também outras singularidades e outros universos paralelos ou em outra dimensão.

Com o surgimento do universo, irrompeu simultaneamente o espaço-tempo.

O tempo é o movimento da flutuação das energias e da expansão da matéria. O espaço não é o vazio estático dentro do qual tudo acontece mas aquele processo continuamente aberto que permite as redes de energia e os seres se manifestarem.

A estabilidade da matéria pressupõe a presença de uma poderosíssima energia subjacente que a mantém neste estado.

Na verdade, nós percebemos a matéria como algo sólido porque as vibrações da energia são tão rápidas que não alcançamos percebê-las com os sentidos corporais. Mas para isso nos ajuda a física quântica, exatamente porque se ocupa das partículas e das redes de energia que nos rasgam esta visão diferente da realidade.

A energia é e está em tudo. Sem energia nada poderia subsistir. Como seres conscientes e espirituais, somos uma realização complexíssima, sutil e extremamente interativa de energia.

Que é essa energia de fundo que se manifesta sob tantas formas?

Não há nenhuma teoria científica que a defina. De mais a mais, precisamos da energia para definir a energia. Não há como escapar desta redundância, notada já por Max Planck.

Esta Energia talvez constitua a melhor metáfora daquilo que significa Deus, cujos nomes variam, mas que sinalizam sempre a mesma Energia subjacente.

Já o Tao Te Ching (§ 4) dizia o mesmo do Tao: ”o Tao é um vazio em turbilhão, sempre em ação e inexaurível. É um abismo insondável, origem de todas as coisas e unifica o mundo”.

A singularidade do ser humano é poder entrar em contacto consciente com esta Energia. Ele pode invocá-la, acolhê-la e percebê-la na forma de vida, de irradiação e de entusiasmo.


(FONTE : http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/09/27/materia-nao-existe-tudo-energia-324457.asp)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

UMA FRASE - "CHARLES GARFIELD"


"EMITIMOS FREQUÊNCIAS ESPECÍFICAS PARA CADA EMOÇÃO E ASSIM TRAZEMOS PARA NOSSA ESFERA INDIVIDUAL SERES COM  A MESMA MENTALIDADE, O TEMPO TODO"


(O Dr. Charles Garfield é cientista e psicólogo do Instituto de Pesquisa do Câncer da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, onde estudou 173 pacientes terminais de câncer, em situações de experiencias de quase morte.)


LER MATÉRIA ABAIXO

sábado, 25 de setembro de 2010

FÍSICA QUÂNTICA - "SOMOS E EMITIMOS FREQUÊNCIAS"

(Redes Neurais emitem frequências o tempo todo)


Nossa maior fonte de energia, inegavelmente, é o nosso cérebro.

Várias pesquisas em universidades americanas e européias demonstram que nada criado pelo homem pode ser comparado à energia que o nosso cérebro emite.

Ora, não se discute que somos o que pensamos e mais ainda, que interiorizamos o meio em que vivemos. Isso significa dizer que o comando de nosso cérebro é exclusivamente de verdades nas quais QUEREMOS crer.

Kenneth Kushner em seu livro "O Arqueiro Zen e a Arte de Viver" afirma: O treinamento Zen é árduo. De uma maneira ou de outra, pelo esforço ou pelo sofrimento, todo estudante terá que superar obstáculos. Trata-se de uma constante luta contra o Ego - sede de pensamentos e emoções que obscurecem a nossa percepção.

É importante nos darmos conta de que nossos pensamentos, uma vez emitidos, criam, geram uma energia de atração e que tudo em nossa volta tende a ser conforme cremos.

Desta forma é importante conhecermos as verdades e os porquês de sermos efetivamente o que pensamos. Mais forte ainda: o que falamos é tanto pior conforme formos agir.
É fundamental sabermos que tudo retorna, portanto, muito zelo no pensar é o que faz a diferença. Tudo o que projetamos iremos colher.

O Dr. Bruce Lipton, cientista americano, comandou uma pesquisa nos Estados Unidos buscando provar que as células, independente da distância, de alguma forma se comunicam. Queria comprovar a força do nosso pensamento. A ação se resumia em colher amostra de sangue de uma pessoa e analisar um simples hemograma.

Guardar uma amostra deste mesmo sangue em condições que permitissem uma análise futura. Armazená-la a 500 milhas (800 Km) do doador.

Em seguida Lipton submeteu a mesma pessoa a um estresse profundo. Quando ela estava emocionalmente bastante alterada, colheu nova amostra de sangue. Fez novo hemograma. Certamente que as alterações eram visíveis, para pior. Os níveis de colesterol, glicemia, etc., estavam alterados em relação ao hemograma anterior.

Quando Lipton foi até a amostra de sangue que estava armazenada a 500 milhas de distância, sabem o que aconteceu? Submeteu-a um novo exame e ela apresentou-se exatamente igual à última análise feita sob estresse.

Ou seja, o sangue da pessoa, armazenado a 500 milhas, tinha se alterado, ficando igual ao da última coleta. De alguma forma, inexplicavelmente, as células se comunicaram, pois o sangue apresentava as mesmas características.

Cada vez mais as pessoas e principalmente os cientistas, estão se dando conta de que existe uma força incomensurável em nosso pensamento. Mas é tanta força que não se consegue medir ou avaliar. Não conseguimos, portanto, medir o estrago que fazemos com nossa vida quando afirmamos: "Eu não consigo"...


(Fonte : http://webnota10.blogspot.com)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PESQUISA - "MELATONINA ATIVA O SISTEMA IMUNOLÓGICO"

(Em locais de inflamação a melatonina produzida é maior que a liberada pela glandula pineal)


Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros desvendou a via bioquímica pela qual a melatonina – um hormônio produzido pela glândula pineal e em células do sistema imunológico – modula a morte induzida por ativação de determinadas células T, que são glóbulos brancos especializados em matar células contaminadas por microrganismos intracelulares, inacessíveis aos anticorpos circulantes.

O estudo teve participação de cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Imunologia e do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Os resultados foram publicados no Journal of Immunology em artigo que mereceu um comentário na mesma edição.

Autor principal do artigo, Gustavo Amarante-Mendes, professor do Departamento de Imunologia do ICB-USP, explica que a melatonina já é utilizada clinicamente para tratar distúrbios do sono, por exemplo. Mas, até agora, nada foi explorado em relação ao sistema imunológico.

“O foco do estudo foi avaliar se a melatonina teria um papel na regulação da resposta imune. Essa foi a questão científica que uniu nossos grupos em torno desse trabalho”, disse à Agência FAPESP.

O laboratório coordenado por Amarante-Mendes é voltado para o estudo da sinalização e da morte celular em câncer e no sistema imunológico. “Uma de nossas linhas de pesquisa consiste em estudar a regulação dos receptores de morte celular, a expressão dos receptores e a sinalização efetuada quando os ligantes engajam esses receptores”, explicou.

Os pesquisadores publicaram dois trabalhos anteriores na mesma linha de investigação. Um deles, em 2008, na revista Cell Death and Differentiation, mostrou a regulação da expressão do receptor CD95 – cuja ativação leva à morte celular – pelo hormônio prostaglandina E2. “No segundo artigo, demonstramos o mesmo tipo de regulação por outra molécula, a melatonina”, disse.

A melatonina, segundo ele, é um hormônio inicialmente descrito como sendo produzido na glândula pineal, mas cada vez mais se consolida o conceito de que ela também é produzida em outros pontos no organismo.

“Aparentemente, em situações inflamatórias a produção de melatonina no próprio local da inflamação é até maior do que a produção pineal. Assim, nos interessamos por estudar até que ponto esse hormônio tem o efeito de modular a relação entre o sistema imune e a inflamação”, contou.

Segundo Amarante-Mendes, o interesse por essa questão científica levou seu grupo do ICB-USP a trabalhar em colaboração com a equipe liderada por Ana Campa, da FCF-USP – coautora do artigo na Journal of Immunology, que tem grande experiência em trabalhos sobre melatonina.

Os primeiros autores do artigo, Alziana Moreno da Cunha Pedrosa e Ricardo Weinlich – respectivamente orientandos de doutorado de Ana e de Amarante-Mendes, tiveram Bolsa da FAPESP. Participaram ainda do estudo Giuliana Patricia Mognol, Bruno Kaufmann Robbs e João Paulo de Biaso Viola, todos do Inca.

“Nossa questão mais geral consistia em saber se, nas situações em que há inflamação ou infecção, existia a produção de alguma via de sinalização extra que controlasse a existência de células T-Helper”, disse. As células T-Helper, também conhecidas como linfócitos CD4+, são os intermediários da resposta imune que proliferam após o contato com o antígeno para ativar outros tipos de células com ação mais direta.

Expansão imunológica
O grupo demonstrou, no primeiro artigo, que em resposta a padrões moleculares presentes em patógenos, as células apresentadoras de antígeno liberam a prostaglandina E2. “O hormônio atua nas células T-Helper, que são estimuladas pelas células apresentadoras de antígeno de tal maneira que essas células T não acionam os receptores CD95”, explicou Amarante-Mendes.

A interpretação desses resultados, segundo ele, tem duas interpretações possíveis. Uma delas é que os receptores CD95, quando aumentados pelo estímulo antigênico, podem levar ao fenômeno conhecido como morte celular induzida por ativação – o que regula a sobrevivência da célula T.

“Por outro lado, os receptores CD95 poderiam também estimular a morte da célula apresentadora, o que também contribuiria para a expansão da ligação clonal. Nos dois casos, o CD95 é uma molécula que estaria controlando a expansão e, portanto, a resposta imune mediada pelas células T-Helper”, disse.

No primeiro trabalho, de acordo com Amarante-Mendes, o grupo descreveu uma via de reconhecimento de infecções, gerando um mediador lipídico para a célula apresentadora.

“No segundo caso, mostramos que a melatonina produzida em resposta inflamatória, com a presença ou não de infecção, também previne o aumento da expressão do receptor CD95. Nesse caso em particular, descrevemos completamente a via bioquímica, mostrando que a melatonina interage com o NFAT, um fator de transcrição que é fundamental para a expressão do CD95”, disse.

Na presença de melatonina, não há ativação do NFAT, portanto a transcrição do receptor CD95 não aparece e isso regula a sobrevivência da possível expansão da resposta imunológica.

“Nosso objetivo agora, tanto no caso da prostaglandina como no caso da melatonina, é contextualizar esses processos biologicamente em algum sistema de infecção com camundongos, por exemplo. Estamos procurando passar da pesquisa básica sobre sinalização para a contextualização de alguma doença”, afirmou Amarante-Mendes.

(O artigo Melatonin Protects CD4+ T Cells from Activation-Induced Cell Death by Blocking NFAT-Mediated CD95 Ligand Upregulation (doi:10.4049/jimmunol.0902961), de Gustavo Amarante-Mendes e outros, pode ser lido por assinantes no Journal of Immunology)


(Fonte: Fábio de Castro / Agência FAPESP)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

"SAÚDE - OS BENEFÍCIOS DO VINHO"


(O tinto tem mais polifenóis)


Desde a antigüidade, o vinho apresenta-se intimamente ligado à evolução da medicina, desempenhando sempre um papel principal. Os primeiros praticantes da arte da cura, na maioria das vezes curandeiros ou religiosos, já empregavam o vinho como remédio. Papiros do Egito antigo e tábuas dos antigos Sumérios (cerca de 2200 a.C.) já traziam receitas baseadas em vinho, o que o torna a mais antiga prescrição médica documentada.

O grego Hipócrates (cerca de 450 a.C.), tido como o pai da medicina sistematizada, recomendava o vinho como desinfetante, medicamento, um veículo para outras drogas e parte de uma dieta saudável. Para ele, cada tipo de vinho teria uma diferente função medicinal.

Galeno (século II d.C.), o mais famoso médico da Roma antiga, empregava o vinho na cura das feridas dos gladiadores, agindo este como um desinfetante.

Também os Judeus antigos tinham o vinho como medicamento. Segundo o Talmud, "sempre que o vinho faltar, a medicina tornar-se-á necessária".

Foi na Universidade de Salermo (Itália), fundada no século XI, que a importância do vinho sobre a dieta e a saúde foi codificada. Lá, correntes clássicas e árabes se fundiram, fornecendo as bases da medicina européia. O "Regime de Salermo" especificava "diferentes tipos de vinho para diversas constituições e humores".

Avicena (século XI DC), talvez o mais famoso médico do mundo árabe antigo, reconhecia a importância do vinho como forma de cura, embora seu emprego fosse limitado por questões religiosas.

O uso medicinal do vinho continuou por toda a Idade Média, sendo divulgado principalmente por monastérios, hospitais e universidades.

Até o século XVIII, muitos consideravam mais seguro beber vinho do que água pois esta era, freqüentemente, contaminada. Conta a lenda de Heidelberg, na Alemanha, que o guardião do grande barril (Große Faß) onde o soberano guardava todo o vinho recolhido como imposto, só bebia vinho. Seu nome era "Perkeo" (do italiano “Perche no” - por que não). Certa feita deram um líquido diferente para que ele bebesse e este morreu imediatamente. O tal líquido assassino era nada mais nada menos que água.

Em 1865-66, Louis Pasteur, o grande cientista francês nascido na região do Jura (terra dos famosos vin jaune e vin de paille), empregou o vinho em diversas de suas experiências, declarando que o vinho é "a mais higiênica e saudável das bebidas".

Em 1892, durante a grande epidemia de cólera2 em Hamburgo, o vinho era adicionado à água com intuito de esterilizá-la.

A partir do final do século XIX, a visão do vinho como medicamento começou a mudar. O alcoolismo foi definido como doença e os malefícios de seu consumo indiscriminado começaram a ser estudados. Nas décadas de 70 e 80, o consumo de álcool foi fortemente atacado por campanhas de saúde pública exaltando as complicações de seu uso em excesso. Entretanto, várias pesquisas científicas bem conduzidas têm demonstrado que, consumido com moderação, o vinho traz vários benefícios à saúde.

O consumo moderado

"Nem muito e nem muito pouco" parece ser o princípio para se realçar os efeitos benéficos do vinho sobre a saúde. Entretanto, as autoridades de saúde de vários países têm encontrado dificuldade em estipular o que pode ser considerado "consumo sensato". Na França, a ingestão de até 60 g de álcool por dia é segura para homens. Por outro lado, no Reino Unido, recomenda-se menos de 30 g por dia.

Vários são os fatores que influenciam estes limites: sexo, idade, constituição física, patrimônio genético, condições de saúde e uso de outras substâncias (drogas, medicamentos etc). Em linhas gerais, um homem pode consumir até 30 g de álcool por dia. Para as mulheres, por diversas razões (menor tolerância, menor proporção de água no organismo etc) recomenda-se até 15 g por dia. A diferença entre consumo moderado e exagerado pode significar a diferença entre prevenir e aumentar a mortalidade.

Além da quantidade, a regularidade também é importante para se obter os efeitos benéficos do vinho. Os que exageram nos finais de semana e se poupam nos outros dias podem sofrer todos os malefícios da ingestão exagerada e aguda do vinho sem nenhum ganho para a saúde.

O Paradoxo Francês

Uma grande reviravolta na relação entre vinho e saúde ocorreu no início da década de 90 com a divulgação do Paradoxo Francês. Durante um programa de televisão nos EUA, o cientista francês Serge Renaud mostrou que estudos epidemiológicos em escala mundial evidenciaram que os franceses apresentavam 2,5 vezes menos mortes por doenças coronarianas que os americanos, apesar de fumarem muito e consumirem a mesma quantidade de gorduras. A principal explicação para tal paradoxo estaria no consumo regular e moderado de vinho. Como era de se esperar, após a transmissão do programa, o consumo de vinho tinto nos EUA multiplicou por 4. Tal paradoxo foi, posteriormente, publicado na revista inglesa The Lancet, uma das mais conceituadas revistas médicas do mundo, dando origem a uma enxurrada de artigos sobre os benefícios do vinho sobre a saúde nos tempos modernos.

Álcool, taninos, flavonóides, catecinas, resveratrol, etc

Há muito sabe-se que o álcool, consumido em pequenas doses regulares, traz benefícios para a saúde. Estudos epidemiológicos mostram que o álcool presente no vinho, cerveja e destilados pode diminuir a mortalidade por infarto do miocárdio, isquemia cerebral etc. Entretanto, o vinho é quem mais desperta interesse dos cientistas por apresentar, além do álcool, diversas substâncias antioxidantes em sua composição. Entre os mais de 1000 compostos encontrados no vinho, os polifenóis (flavonóides, taninos, catecinas, resveratrol etc) são os mais estudados.

Os polifenóis, derivados de várias plantas, são os antioxidantes mais encontrados em nossa dieta. De acordo com sua origem, apresentam diferentes estruturas químicas. Atualmente, vários estudos têm demonstrado que o resveratrol, um antioxidante natural presente em vinhos tintos e brancos, está associado com os efeitos benéficos do vinho na doença coronária. Além disso, em laboratório, o resveratrol tem mostrado efeito protetor contra o câncer, embora estes resultados ainda não tenham sido demonstrados na prática clínica. Também controversa é a hipótese de que os flavonóides parecem mostrar um efeito protetor contra doenças cardiovasculares, atuando sobre o LDL (colesterol ruim).

Vinho e Saúde: Alguns fatos

Doenças coronárias: o consumo moderado de vinho controla os níveis sangüíneos de algumas substâncias químicas inflamatórias chamadas citocinas. Estas, por sua vez, afetam o colesterol e as proteínas da coagulação. O vinho é capaz de reduzir os níveis de LDL e aumentar os de HDL(colesterol bom). Com relação à coagulação, o vinho torna as plaquetas presentes no sangue menos aderentes e reduz os níveis de fibrina, evitando que o sangue coagule em locais errados. Estes efeitos poderiam prevenir o entupimento de uma coronária, evitando um infarto do miocárdio.

Doenças do cérebro: Os efeitos mais conhecidos do álcool sobre o sistema nervoso são a embriaguez e a dependência alcoólica. Entretanto, quando consumido com parcimônia, o vinho parece reduzir o risco de demência, incluindo o Mal de Alzheimer. Segundo alguns especialistas, os polifenóis presentes no vinho (principalmente nos tintos) seriam os responsáveis por evitar o envelhecimento das células cerebrais. É intrigante notar que, proporcionalmente falando, a ação antioxidante dos polifenóis dos vinhos brancos é superior à dos tintos. Entretanto, a quantidade de polifenóis dos tintos é muito superior à dos brancos, tornando estes vinhos mais interessantes para as células cerebrais. Além da ação antioxidante, os vinhos melhoram a circulação cerebral, com o fazem com a circulação coronária. Sabe-se, ainda, que as chances de apresentar depressão são menores em consumidores moderados de vinho.

Doenças respiratórias: Experimentos recentes têm demonstrado que o vinho é capaz de reduzir as chances de uma infeção pulmonar, sendo mais eficaz que alguns antibióticos modernos.

Doenças do aparelho digestivo: Há vários séculos, São Paulo já recomendava "um pouco de vinho para a saúde do estômago". Hoje, sabe-se que o consumo moderado de vinho está associado a uma menor incidência de úlcera péptica por uma série de razões: alívio do estresse, inibição da histamina, ação antimicrobiana contra o Helicobacter pylori, bactéria implicada na gênese da úlcera duodenal. Por atuar sobre o colesterol, o vinho parece reduzir as chances de formação de cálculos no interior da vesícula biliar.

Doenças do aparelho urinário: Estudos mostram que o vinho é capaz de reduzir em até 60% o risco de formação de cálculos urinários, ao estimular a diurese.

Diabetes: o vinho consumido de forma moderada melhora a sensibilidade das células periféricas à insulina, sendo interessante nos pacientes com diabetes tipo 229 (não insulino-dependente). Além disto, o vinho reduz as chances de morte por infarto do miocárdio em pacientes com diabetes tipo 2. Em mulheres, um estudo mostra que o vinho pode reduzir as chances de surgimento de diabetes.

Sangue e anemia: O álcool ajuda o organismo a absorver melhor o ferro ingerido nos alimentos. Além disto, um copo de vinho tinto contém, em média, 0,5mg de ferro.

Ossos: alguns estudos populacionais têm demonstrado que o consumo de pequenas quantidades de vinho é capaz de melhorar a densidade óssea, reduzindo as chances de osteoporose.

Visão: O vinho reduz a degeneração macular, causa comum de cegueira em idosos.

Câncer: A possibilidade de que os antioxidantes presentes no vinho pudessem prevenir alguns tipos de câncer despertou o interesse de muitos pesquisadores em todo o mundo. Alguns estudos populacionais mostram uma redução da mortalidade por doença coronária e por câncer em bebedores comedidos de vinho. Por exemplo, homens que consomem vinho sensata e regularmente têm menor chance de desenvolver Linfoma não-Hodgkin.

Como foi dito repetidas vezes, o consumo moderado parece ser o caminho para a felicidade. Muito ainda precisa ser entendido sobre os reais efeitos, benéficos e maléficos, do vinho sobre a saúde antes de torná-lo a panacéia universal para as moléstias do mundo moderno. Entretanto, em pouquíssimas situações, um remédio pôde ser tão infinitamente agradável e prazeroso.

(Fonte www.news.med.br/)

"CIÊNCIA - FORÇA DESCONHECIDA ESTA MANDANDO A PIONEER 10 DE VOLTA"

("Audaciosamente voltando de onde nenhum homem jamais esteve")


Você se lembra da Pioneer 10 ?  Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983 cheia de dados e informaçôes sobre o sistema solar e o planeta terra, gravados em um disco de ouro estão dados de como vivemos e de nosso meio ambiente. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada violentamente de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa.

Inicialmente, os astrônomos pensaram que a sonda estava voltando por causa do impulso que uma sobra de gás nos motores da Pioneer que estivesse escapando causaria. Mas a força é praticamente constante. Outras possibilidades como radiação solar e gravidade também foram descartadas.

A força misteriosa é 10 milhões de vezes mais forte do que a gravidade e os cientistas estão acreditando que possa se tratar de uma “nova força da natureza”, desconhecida até então.

A velocidade da sonda, que é, atualmente, 43 mil quilômetros por hora e parece estar diminuindo 9 quilômetros por hora.

A Pioneer está fazendo os cientistas questionarem o conhecimento que temos sobre a gravidade e o universo. Que temos não..que eles tem !!!

[Gizmodo]

PESQUISA - "COCA COLA DIMINUI ESPERMATOZÓIDES"

(Sem falar em descalcificação óssea !)

De acordo com um novíssimo estudo holandês a contagem de esperma em homens que bebem mais refrigerante de cola é, em média, 30% mais baixa do que em homens que não tomam a bebida.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que homens com contagem mais baixa de espermatozóides têm risco de ficarem estéreis.

Ainda não se tem certeza sobre qual substância no refrigerante é responsável pelo fenômeno, mas é improvável que seja a cafeína – porque o café não tem o mesmo efeito nos homens. Outras substâncias (e a coca cola tem muitas que não conhecemos)aliadas a um estilo de vida que não sejam saudáveis podem estar envolvidas.

Segundo pesquisadores, poucos estudos foram feitos relacionando a infertilidade masculina à bebidas com cafeína, então essa foi a razão para que a pesquisa com 2500 homens holandeses fosse feita.

Os resultados mostraram que homens que não tomavam Coca-cola ou bebidas similares possuíam um esperma de melhor qualidade (50 milhões de espermatozóide por litro de sêmen). Além disso o estilo de vida deles era de melhor qualidade.

Já aqueles que tomavam mais de um litro de coca por dia tinham uma contagem de apenas 35 milhões de espermatozóides por litro de sêmen. Eles também comiam menos vegetais e frutas.

Pela qualidade de vida estar relacionada ao consumo de refrigerante, ainda não se sabe, com certeza, se é a dieta do homem ou se a quantidade de bebida de cola que afeta a qualidade do sêmen. Apesar de existir a probabilidade de que os dois fatores causem o fenômeno.

Fonte: Reuters

terça-feira, 21 de setembro de 2010

"UMA FRASE - DAVID BALTIMORE"


"À MENOS QUE O GENOMA HUMANO CONTENHA ALGUNS GENES INVISÍVEIS AOS NOSSOS COMPUTADORES, FICA CLARO QUE NÃO SOMOS SUPERIORES A NENHUM VERME OU PLANTA EM TERMOS DE COMPLEXIDADE ORGÂNICA OU NÚMERO DE GENES. MAS TEMOS UM GRANDE REPERTÓRIO COMPORTAMENTAL, HABILIDADES DE PRODUZIR AÇÃO CONSCIENTE, INCRÍVEL COORDENAÇÃO FÍSICA, REAÇÕES PRECISAS ÀS VARIAÇÕES EXTERNAS DO AMBIENTE, CAPACIDADE INFINITA DE APRENDIZAGEM E DE MEMÓRIA..PRECISO DIZER MAIS ? ENTENDER ESTE CONCEITO NOS MOSTRA QUE TEMOS UMA IMENSA COMPLEXIDADE AINDA IMPERCEPTÍVEL À CIÊNCIA, E ISTO É UM DESAFIO PARA O FUTURO"


(David Baltimore é um dos maiores geneticistas mundiais, participante do Projeto Genoma e ganhador do Prêmio Nobel em sua área)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

FÍSICA QUÂNTICA - "PELO SEU BEM, PELO BEM DE TODOS; ENCONTRE-SE"

(Descubra-se; urgente)

Uma das coisas que nos define a realidade como a conhecemos é a percepção da continuidade tempo e do espaço. Costumamos diferenciar o que é sonho do que é realidade quando estamos em estado de vigília.

A nossa lógica linear e percepção material, entre outras coisas, servem para que não nos percamos num universo quântico de possibilidades infinitas. Quando acordados localizamo-nos então no "colapso da matéria" como dizem os físicos quânticos e não em ondas de possibilidades como supostamente ocorre nos sonhos.

No universo da matéria, ou quando estamos acordados, a questão, a saber, é que absolutamente todos os cenários que vivenciamos dependem da decisão do olhar do observador. Este escolhe o que irá "colapsar" num evento material, ou seja, em um algo físico. Tanto as ondas, que pelo olhar do observador organizam-se em eventos prováveis, como o colapso do arranjo das ondas (pré-realidade material) faz parte de atitudes altamente criativas das nossas mentes/consciência.

Dentro dessa percepção, o consenso coletivo tem enorme responsabilidade para que a realidade física esteja como está. Mesmo que esta escolha seja sonambúlica ou inconsciente, ela esta a todo o momento acontecendo e é poderosa. Somos todos co-responsáveis pelos eventos da nossa realidade, bem como pelo estatus físico do planeta. Estamos mentalmente interligados num amplo processo criativo de manifestação.

Se você por acaso não sabe o que quer, não esta nem aí para nada, ou mesmo se voce se sente incomodo com os rumos das situações que presencia, é bem provável que seja mais uma consciência contaminada ajudando inconscientemente a fortalecer o "colapso" de algum sonho que não seu.

Reiterando, se você não estiver convicto e alinhado consigo mesmo, existe a chance quase certeira de você estar infeliz vivendo um desvio de seu percurso por falta de atenção. Pode ser que neste momento sua vida não faça o menor sentido a você apenas pela falta de capacidade de encontrar-se com o seu centro interior, pela a falta de conhecimento de como ler a si mesmo e acima de tudo de honrar-se.

Uma das metas existenciais evolutivas da humanidade é o desenvolvimento do controle deliberado das nossas vidas, ou seja, a consciência sobre o que a nossa unidade maior deseja manifestar. Jung chamou essa unidade maior de Self.

O que dá sentido as nossas existências é o assunto principal e primeiro que devemos encontrar. Assim que encontrado, fazer valer.

Evite, portanto, cometer enganos, pois os mais variados rumos de vida são desenfreadamente ofertados. Desde os que fazem algum sentido, aos que estão literalmente fora do rumo... Sedução e direcionamento sobre o importante a seguir não faltam. Dogmas religiosos, sociais, estratégias de marketing, enfim, tudo parece ser uma venda e/ou imposição sobre como você deveria experenciar a sua jornada terrena.

Muitos direcionamentos podem nos oferecer o verdadeiro sentido da existência, mas infelizmente não é sempre que isso ocorre. Como sabemos, existe muita imposição de metas e regras e por vezes fica difícil de discernir o entre o certo e o errado e pior, entre o que julgamos ser correto, mas que não é o certo para nós. Por outro lado, também há muita possibilidade solta por aí e que para um bom observador, independente, pode servir como ingredientes de um "bolo" a ser criado.

As mais diversas crises costumam ocorrer quando não estamos no caminho do coração. Insatisfações quando deflagradas promovem correção de metas e nessas ocasiões os cenários conhecidos costumam mudar de modo surpreendente. Por vezes assustador.

Parece como se estivéssemos num terremoto em que pessoas vão embora das nossas vidas, mudamos de casa, de país, de profissão, de parceiros, etc. Às vezes nos apegamos aos "cacos" para nos assegurarmos em algo conhecido retardando a vinda do novo que nos espera um passo a frente. Mesmo quando se almeja a manifestação do sentido maior, pode ser que a principio nada consigamos ver com clareza. Medo, dor e desespero frequentemente obscurecem a nova realidade que se desenha. Poucos são aqueles que entendem o processo com a mente aberta e otimismo, postura esta, mais alinhada com o verdadeiro principio criativo da mudança.

Os mais variados exemplos podem ser explanados. Desde pessoas que se seguraram evitando a transformação do que literalmente sofreram e ainda sofrem... Até as pessoas que se abriram para o novo e puderam passar pelo estranho caminho do "não sei" abrindo-se para que o sentido maior cruzasse com a sabedoria de sempre, os seus caminhos.

Não é simples e nem fácil essas jornadas de transformação e de resgate de si mesmo, mas invariavelmente, sempre que ocorrem deveriam ser vistas como chances divinas de resgate a alinhamento de propósitos.

Onde entram os sonhos nessa questão existencial? E afinal, para que e porque sonhamos? O que ocorre em nossas mentes, em nossos mundos interiores quando sonhamos? Como fica a percepção de realidade e porque quando estamos sonhando tudo tem uma lógica diferente da nossa daqui, mas no sonho possui sentido?

Quando sonhamos temos uma seqüência lógica guiada pelos nossos sentimentos. Todas as imagens que aparecem são definidas pelos sentimentos que estamos vivenciando. Resumindo, os cenários são reflexos das nossas atitudes mentais de encontro com o que sentimos e buscamos.

De acordo com Freud, os sonhos são a tentativa de solucionar conflitos em relação aos desejos não satisfeitos. Jung já observa que nos sonhos podemos entrar em contato com arquétipos universais em busca da nossa evolução. Outros teóricos definem os sonhos de outras maneiras. Penso que todas as explicações são validas e que todas dentro desta ordem de compreensão possuem algo em comum que é a experenciar de modos e maneiras diferentes tentativas de resolver questões existenciais. Fazemos isso vivenciando versões de realidades por intermédio dos nossos sonhos.

Pela visão da física quântica, os sonhos seriam a experimentação em ondas, das possibilidades a serem vivenciadas e materializadas aqui neste plano. Seriam o teste de realidades prováveis no intuito de facilitar o conhecimentos de nós mesmos e portanto, das nossas escolhas... Ou a vivencia, quem sabe, da nossa consciência em laminas de realidades, tão físicas quanto essas nossas, porém em outras dimensões.

Sonhos são fatos, aqui ou lá...

Sonhos são versões de realidades onde nos representamos dentro de um simbolismo único e totalmente compreendido pelo sonhador no momento sonhado.

Existe muita especulação sobre a arte do sonhar. Existem os sonhos lúcidos, os sonhos compartilhados, os sonhos premonitórios, as experiências extrafisicas e por aí vai.
Creio que sempre que "sonhamos" estamos vivenciando realidades tão vividas como estas nossas.

Penso que nessas experimentações incluem-se nossos sonhos/vida daqui, ou seja, nossas experiências. Em resumo, estamos nos experimentando agora e sempre. Estarmos lúcidos, com ações deliberadas e sem medo de entrar em contato direto e responsável com o quanto podemos, parece ser a nossa questão maior. E enquanto isso não acontece continuamos na roda, pertencendo aos sonhos dos outros, acordando vez por outra em crise para retificar, na sorte de quando isso ocorre de fazemos bom uso desses momentos.


(Sílvia Malamud é Psicóloga Clínica, Terapia Breve e de Casais (Sedes),
Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute/EUA e Terapeuta em Brainspotting -
David Grand PhD/EUA. Tel. (11) 9938.3142 - deixar recado)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"SAÚDE - DEPRESSÃO PODE SER FALTA DO ÁCIDO FÓLICO"


De acordo com dado divulgado no 16º Simpósio Internacional do The Institute for Functional Medicine, na Flórida, em 40% dos casos de depressão a causa é a falta de ácido fólico. “Nutrição e humor têm uma íntima relação”, afirma Daniela Jobst, especialista em nutrição funcional e bioquímica do metabolismo.

“A parede do intestino produz 80% dos neurotransmissores que agem no cérebro.” Além do ácido fólico, selênio, magnésio e cálcio também podem interferir no alto astral sem estragar a dieta. O ácido fólico pode ser encontrado em folhas de tom verde escuro, como o espinafre. O vegetal é rico nessa substância, que confere ânimo porque atua na produção dos neurotransmissores e faz a manutenção dos níveis de serotonina.

Por causa disso, é conhecido como "antidepressivo natural" entre os nutricionistas. A professora Patrícia Brocardo, doutora em neurociências pela Universidade Federal de São Carlos, constatou que o ácido fólico exerce função antidepressiva, atuando em vários sistemas de neurotransmissores.

Segundo Patrícia, “já existem estudos clínicos mostrando a eficácia do ácido fólico aliado a antidepressivos clássicos. Ou seja: consigo reduzir a dose do antidepressivo e, com isso, diminuir seus efeitos colaterais quando associo ácido fólico ao tratamento”.

Feijão, ervilha, brócolis, aspargo, frutas cítricas, grãos, fígado e verduras cruas também são fontes fartas de ácido fólico. Para um resultado mais efetivo é indicado associá-lo à vitamina B12 , presente em atum, carne bovina, leite e ovos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

PREVENÇÃO - "MANTENHA O SISTEMA IMUNOLÓGICO ATIVO"


É preciso prestar muita atenção no sistema imunológico, não somente no inverno, como faz a maioria das pessoas. A verdade é que ele funciona durante todo o ano, logo, tem de estar operacional todo o tempo.

A nutrição pode ser um forte aliado no auxilio ao sistema imunológico. É importante consumir antioxidantes, como vitamina C e E, que ajudam a combater os microorganismos prejudiciais ao seu organismo.

Como exemplos de boas fontes de vitamina E, estão as sementes de girassol, nozes, amendoins e germes de trigo. Já a vitamina C, pode ser encontrata no pimentão verde, frutos do género citrus (limão, laranja, tangerina, cidra, etc), morango, tomate, bróculos, batata branca, espinafres e meloa. Segundo o Instituto de Medicina dos Estados Unidos da América, a dose diária de vitamina C recomendada é 90 mg.

E ainda: beba um pouco de chá verde todos os dias. Segundo nutricionistas, o chá verde contém propriedades chamadas polifenóis, que funcionam como antioxidantes. Os antioxidantes previnem contra o stress acumulado.

Não podemos deixar de citar o papel importantíssimo das proteinas no funcionamento saudável do sistema imunológico. Outro item indispensável são as fibras, que ajudam a diminuir o colesterol ruim do corpo.

Já a vitamina D é indicada pelos efeitos benéficos à saúde dos ossos, mas também contribui para o bom funcionamento do sistema imunitário. O zinco é um mineral essencial que regula a produção de células imunitárias e fornece resistência.

Como puderam ver, para o organismo funcionar bem é necessário uma alimentação equilibrada, composta por uma variedade de opções como descritas acima. Fiquem ligados!


(Por Fernanda Lage)
Fonte : http://bemstar.globo.com/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"CIÊNCIA - LEIS DA FÍSICA VARIAM PELO UNIVERSO"

(Nebulosa Olho de Gato/Foto Nasa)

Uma equipe de astrofísicos está propondo uma teoria que muda radicalmente a forma como entendemos o Universo.

Em um artigo ainda não aceito para publicação em revistas científicas, o grupo afirma ter encontrado indícios de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do Universo.

Constante alfa

O artigo propõe que uma das supostas constantes fundamentais da natureza talvez não seja assim tão constante.

Em vez disso, este "número mágico", conhecido como constante de estrutura fina - ou constante alfa - parece variar ao longo do Universo. A constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Há alguns anos, físicos propuseram que alfa poderia ter variado ao longo do tempo - numa escala de 12 bilhões de anos - mas agora os físicos propõem que ela varia ao longo do espaço.

Pelos dados obtidos pelos pesquisadores, a constante alfa não seria constante, mas variável, contrariando o princípio da equivalência de Einstein, que estabelece que as leis da física são as mesmas em qualquer lugar.

"As implicações para o nosso entendimento atual da ciência são profundas. Se as leis da física passam a ser apenas 'sub-leis locais', pode ser que, embora a nossa parte observável do Universo favorece a existência da vida e dos seres humanos, outras regiões mais distantes podem ter diferentes leis que se oponham à formação da vida, pelo menos tal como a conhecemos," especula ele.

Eixo magnético universal

As conclusões dos pesquisadores foram baseadas em medições realizadas com o Very Large Telescope (VLT), no Chile, e com os maiores telescópios ópticos do mundo, no Observatório Keck, no Havaí.

"Os telescópios Keck e VLT estão em hemisférios diferentes - eles olham para direções diferentes ao longo do Universo. Quando olhamos para o norte com o Keck, vemos em média um alfa menor nas galáxias distantes, mas quando olhamos para o sul com o VLT, vemos um alfa maior," explica o Dr. Julian King, coautor do trabalho.

A variação observada é muito pequena, não mais do que 1 parte em 100.000. "Mas é possível que variações muito maiores possam ocorrer fora do nosso horizonte observável", especula King.

"Depois de medir a constante alfa em cerca de 300 galáxias distantes, surgiu uma consistência: este número mágico, que nos dá a força do eletromagnetismo, não é o mesmo em todos os lugares, como ele é aqui na Terra, e parece variar continuamente ao longo de um eixo preferencial através do universo," explica o professor John Webb, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália.

A variação da constante alfa foi detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra. Este talvez seja o elemento mais intrigante da proposta, o fato de a variação ter sido detectada como uma continuidade ao longo do espaço, o que daria uma espécie de "eixo preferencial" para o Universo - é como se houvesse um eixo magnético universal, atravessando todo o Universo observável, da mesma forma que há um eixo magnético de polo a polo da Terra.

De forma bastante interessante, esse eixo magnético universal coincide com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de "ralo cósmico", sugada por alguma estrutura de um outro universo.

Variação das leis da física

Se os dados se confirmarem - e não tiverem outra explicação menos revolucionária - um achado como esse poderia obrigar os cientistas a repensarem totalmente sua compreensão das leis da Natureza.

"A constante de estrutura fina, e outras constantes fundamentais, são absolutamente centrais para a nossa teoria atual da física. Se elas realmente variam vamos precisar de uma teoria melhor, mais profunda," arrisca o Dr. Michael Murphy, coautor do trabalho.

A variação das leis da física, seja no espaço ou no tempo, sempre ocupou a mente dos cientistas. Pelas teorias atuais, uma pequena variação de alfa, por exemplo, significaria que as estrelas não produziriam carbono, a base da química que forma a vida na Terra.

É por isso que os cientistas afirmam que são as características "especiais" deste nosso ponto no Universo que criam as condições para a vida como a conhecemos, características estas que poderiam não existir em outros pontos. Uma afirmação de resto circular - poderia haver outros "pontos de equilíbrio", que dariam origem a formas de vida diferentes da nossa, algo como "se a vida não fosse assim, seria diferente" - descartada, obviamente, a hipótese da "não-vida".

"Embora uma 'constante variável' possa abalar a nossa compreensão do mundo que nos rodeia, afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. O que estamos descobrindo é extraordinário, não há dúvida sobre isso," diz Murphy.

Talvez. Mas tudo recomenda que se espere até que o artigo seja revisado por outros cientistas e aceito para publicação em uma revista conceituada. Resta saber, sobretudo, se os outros cientistas acharão que uma variação de 1 em 100.000 é assim tão extraordinária.

FONTE

Evidence for spatial variation of the fine structure constant
J. K. Webb, J. A. King, M. T. Murphy, V. V. Flambaum, R. F. Carswell, M. B. Bainbridge
Submitted to Physical Review Letters
September 2010
http://arxiv.org/abs/1008.3907

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

"PESQUISA - USO DA VITAMINA D PODE MELHORAR E MUITO O CONTROLE DA ASMA"


Publicado na edição de setembro do Annals of Allergy, Asthma & Immunology, artigo de revisão mostra que a suplementação com vitamina D pode melhorar o controle da asma por inibir o influxo de citocinas inflamatórias e aumentar a secreção de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas.

Artigo de revisão foi realizado através da coleta de informações no banco de dados da Pubmed de artigos publicados entre 1950 e 2009. O objetivo foi estudar o papel da vitamina D na patogênese da asma e as consequências potenciais da deficiência desta vitamina nesta patologia.

Evidências sugerem que a deficiência de vitamina D está associada ao aumento da reatividade das vias aéreas, diminuição da função pulmonar, piora do controle da asma e possibilidade de resistência aos esteroides usados no tratamento desta doença.

As células epiteliais pulmonares expressam altos níveis de 1α-hydroxylase, que permite a conversão do calcidiol inativo em calcitriol ativo no pulmão3. O calcitriol inibe a síntese de citocinas do tipo RANTES reduzindo a inflamação. A vitamina D também aumenta a síntese de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas e é capaz de induzir a expressão de várias moléculas antimicrobianas como as catelicidinas, que destroem patógenos não virais pela formação de poros nas membranas.

Os pesquisadores criaram a hipótese de que a suplementação de vitamina D pode melhorar o controle da asma, inibindo o influxo de citocinas inflamatórias no pulmão e diminuindo a secreção de interleucina 10 pelas células T reguladoras e pelas células dendríticas. Mais estudos nesta área precisam ser feitos para avaliar esta hipótese.

Outros estudos já identificaram que a deficiência de vitamina D está associada a outras patologias como diabetes mellitus, doenças cardíacas e certos tipos de tumores malignos.

Fonte: Annals of Allergy, Asthma & Immunology de setembro de 2010

"FÍSICA QUANTICA - PROJETO ELI SERÁ LIGADO EM 2015"

("Assim como é em cima, é embaixo" - Hermes Trimegistro)


Como parece ser bem adequado ao tema, é necessário começar do começo; alguns cientistas já estão dispostos a falar sobre extrair matéria do nada, ou do espaço aparentemente vazio.

O princípio da incerteza de Heisenberg, um dos pilares da mecânica quântica, implica que nenhum espaço pode estar verdadeira e inteiramente vazio, mas a ciência já demonstrou que a matéria é resultado das flutuações do vácuo quântico, na verdade, os físicos já conseguiram capturar e armazenar o seu "nada".

As flutuações aleatórias do vácuo quântico geram constantemente uma multiplicidade de partículas virtuais, entre elas elétrons e pósitrons.

Os elétrons são bem conhecidos e os pósitrons são partículas da antimatéria ou antielétrons, já bem conhecidos e úteis na maioria dos laboratórios clínicos e hospitais, nos exames de tomografia por emissão de pósitrons (PET-SCAN). O que os físicos querem fazer é tornar reais essas partículas virtuais, encontrar o equilíbrio da matéria e antimatéria, pois os elétrons e pósitrons se encontram e se aniquilam com a mesma rapidez com que surgem.

Essa possibilidade foi prevista por Fritz Sauter, em 1931. A dificuldade sempre esteve em encontrar um "campo elétrico forte o suficiente"para transformar as partículas virtuais em partículas reais, de maneira que possam ser detectadas.

Então um projeto de 13 países, encabeçado por Alexandre Fedotov, começara ser viabilizado em 2015, chamado de ELI (Extreme Light Infrastructure), será o laser de maior potência já construído, cerca de seis vezes mais forte que os atuais, suficientes para fazer com que as partículas acelerem até o próximo da velocidade da luz, criando pares aos milhões de elétrons-pósitrons, numa reação em cadeia, gerando luz, juntamente com os demais fótons do laser, fazendo a matéria jorrar do "nada".

Desejamos sucesso ao grandioso projeto, pelo fim da ignorancia que considera o vazio e o vácuo universal inócuo e improdutivo, pelo começo da luz que irá nos guiar daqui para a frente para uma compreensão mais exata e científica de assuntos até então tratados com desdém e preconceitos !

(FONTE : Limitations on the attainable intensity of high power lasers
A.M. Fedotov, N.B. Narozhny, G. Mourou, G. Korn
Physical Review Letters
August 18, 2010)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"PESQUISA - COMPLEXO B INTERROMPE O MAL DE ALZHEIMER"

(Reverter e interromper a atrofia cerebral)

Ingerir altas doses de vitamina B pode reduzir pela metade o processo degenerativo no cérebro de pessoas com Alzheimer. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, é considerada o passo inicial no tratamento da doença.

O processo natural de encolhimento do cérebro depois dos 60 anos acontece, em média, a um ritmo de 0,5% ao ano. Em pessoas com debilidade cognitiva - sintoma que aparece no início da demência -, esse ritmo é duas vezes maior. Já nos pacientes com Alzheimer, o cérebro encolhe cerca de 2,5% ao ano. Com a ingestão do complemento de vitamina B, no entanto, o encolhimento apresentou, no estudo, uma baixa significativa e chegou ser de 30% a até 50% mais lento.

"Essas vitaminas estão protegendo a estrutura do cérebro. Isso é muito importante para evitar o Alzheimer”, afirma David Smith, autor da pesquisa. A vitamina B (ácido fólico, vitamina B6 e B12) controla os níveis de uma substância conhecida como homocisteína no sangue, cujas altas taxas estão relacionadas ao encolhimento rápido do cérebro.

Um aumento da atrofia cerebral é frequentemente observado em pessoas idosas, em particular nas que sofrem de declínio cognitivo. O aumento das taxas de homocisteína é fator de risco para a atrofia1 cerebral, déficit cognitivo e demência. As concentrações plasmáticas de homocisteína podem ser reduzidas pela administração de vitaminas do complexo B.

Para determinar se a suplementação de vitamina B (que reduz os níveis plasmáticos totais de homocisteína) pode desacelerar a atrofia cerebral em pessoas com déficit cognitivo leve, foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo envolvendo 271 indivíduos de mais de 70 anos com déficit cognitivo leve.

Os participantes foram divididos em dois grupos de igual tamanho. Um grupo foi tratado com ácido fólico (0,8 mg/dia), vitamina B12 (0,5 mg/dia) e vitamina B6 (20 mg/dia) e o outro grupo recebeu placebo. O tratamento durou 24 meses. A avaliação principal foi a mudança na taxa de atrofia1 cerebral através de uma série de ressonâncias nucleares magnéticas. O estudo foi publicado no periódico Public Library of Science One (PLoS ONE).

No total, 168 participantes concluíram a avaliação (85 no grupo de tratamento ativo e 83 no grupo que recebeu placebo). A taxa média de atrofia1 cerebral no ano foi de 0,76% no grupo que recebeu as vitaminas, e de 1,08% no grupo do placebo. A resposta ao tratamento foi relacionada aos níveis de homocisteína: a taxa de atrofia1 nos participantes com homocisteína maior do que 13 µmol/L foi 53% mais baixa no grupo de tratamento ativo. Quanto maior a atrofia, menor o desempenho em testes cognitivos. Não houve diferenças significativas em relação aos efeitos adversos com o uso de vitaminas do complexo B.

Os pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, concluíram que a aceleração da atrofia cerebral em idosos com déficit cognitivo pode ser retardada com o tratamento com vitaminas do complexo B que reduzem a homocisteína. Dezesseis porcento daqueles com mais de 70 anos têm déficit cognitivo e metade daqueles com doença de Alzheimer.


NOVIDADE CIENTÍFICA

Cientistas publicaram este mês (10/2010) um estudo na revista JOURNAL OF ALZHEIMER'S DISEASE relatando que o uso in vitro de extrato de canela (Ceylon cinnamon - C. zeylanicum)foi capaz de inibir a agregação e a formação dos filamentos de tau , características da doença de Alzheimer (AD). O extrato também foi capaz de promover a completa desmontagem dos filamentos recombinante de tau sem alterar o funcionamento normal das células de tau. A tau é uma proteína que normalmente estabiliza o citoesqueleto, mas quando seus filamentos se emaranham perdem a função de sustentação e podem levar à degeneração de neurônios. Segundo os autores, este efeito se deve à presença de antocianidinas e do composto cinamaldeído.

Excelente noticia para diabéticos porque além de ser hipoglicemiante, provavelmente reduzirá os efeitos da glicacão avançada em células neuronais.


FONTE >  Public Library of Science One (PLoS ONE), de 8 de setembro de 2010
              

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"THERAPY FREQUENTIAL - RESTORING INFORMATION"

(We can restore the original cellular frequencies)


To understand how the human being inserted and interrelates with life and nature, we use certain principles and laws of relativistic quantum field theory.

Expose, in general, some quantum concepts to enable a better understanding of the scientific bases that underpin our work in diagnostic and therapeutic aspect.

Humans originally received specific frequencies for the perfect functioning of your body and organs. External factors or psychological made these frequencies have changed in a negative way.

According to modern quantum physics, the material structures are different forms of energy. This was amply proved by the physicist Albert Einstein when he postulated his famous and well known equation E = mc2, where E is the energy of a system (material), which has a mass (m), and (c) is the speed of light squared. This equation is somewhat complex for those who do not have any knowledge of quantum physics states that mass (matter) and energy are dual expressions of the same universal substance.

This "energy field" is the original source from which we are all compounds. It is the basis of life and our whole existence. The heat of the sun, the fuel that our cars, the electricity we use in household appliances, the energy that keeps the living systems are different forms of "energy field".

It is understood that "field" as the continuous movement of subatomic particles (photons, quarks), which interrelate with each other constantly, creating and destroying matter (dualism wave / particle), being the basis of material existence.

As the Nobel laureate said Carlo Rubia (Director General of CERN in Geneva, Switzerland): "The material particles are a minority, there are nearly one billion (9.746 x 108) of how many times (photons, or energy) that particles with mass (nuclei, or solid matter). "

Given our capacity for perception, we can only see a small part of total reality (visible light), or one billionth of total existence.

Thus, we can determine that all material processes are regulated by energetic processes.

We are primarily an energy body that has a physical aspect.

The human insert this into a reality that is whole. The whole world and all that exists is completely interrelated. Speaking of people stranded or separated is a distortion of reality, as expressed by the quantum physicist David Bohm. This so-called "energy field" is what sustains the huge and complex interaction between all that exists. Life is expressed and manifested as the constant flow of energy, maintained by constant tension between two poles.

The human body is an open system, ie it needs to maintain an adequate and continuous exchange of energy with its environment, to maintain their regulatory mechanisms and thus their health.

The Quantum Integral Medicine incorporates the knowledge of molecular biophysics, the essential need of "medication" vibrational frequencies with information specific organs and systems, the fundamental concepts of Oligotherapy, homeopathy and homotoxicology, and concepts relating to nutrition and orthomolecular therapies bioxidativas.

Everything in the Universe vibrates at a specific frequency ...

Let us assume that everything in the universe, whether at the level of matter or energy, propagates through vibrations.

These vibrations are propagated with greater and lesser, more or less frequently, constantly in any universe that keeps moving. That is, everything is moving and in constant vibration.

... And the human body as well.

Matter and energy only differ in the mode of vibration. The vibration frequency is measured by the number of vibrations per second, ie the difference between two kinds of matter is only a matter of time.

Everything vibrates at different frequencies and detected!

Proceeding from this, determine the biological terrain of each person and correct frequencies pass to be a behavior of First Instance for the recovery of physical and emotional health. Medicine as we know must go through an upgrade process URGENT in the face of current discoveries of modern science and quantum physics! For the good of all, finally!

Miguel Galli

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"SAÚDE - MELATONINA PROTETORA"


Alem de regularizar seu sono e trazer uma imensidade de benefícios à curto e longo prazo, a melatonina trava a proliferação de determinados tumores ao inibir os oncogenes que os causam e potenciando, ao mesmo tempo, o gene que mais os combate, segundo as conclusões de um grupo de investigadores espanhóis.

Os cientistas demonstraram que a melatonina intervém no ciclo celular e regula o crescimento destes tumores ao diminuir a sua proliferação até 50% nas culturas de células tumorais de rato, segundo foi publicado na revista "Hormone Research".

A melatonina, hormona sintetizada e segregada pela glândula pineal, regula processos como a relação de condições ambientais (luz e temperatura) com a actividade reprodutiva de muitas espécies animais.

Fonte: Lusa

COMPORTAMENTO - "IRONIA DA VIDA; PESSOAS DESCONFIADAS SÃO FANTOCHES"

(Preparando-se o tempo todo para ser ludibriado)

Confiar nos outros não faz de você alguém fácil de ser tapeado, como acontecia com a personagem do clássico da literatura infanto-juvenil Pollyana. Muito pelo contrário, diz um estudo publicado no periódico Social Psychological and Personality Science.

A confiança é mais propensa em pessoas mais espertas.

O estudo foi feito com estudantes de pós-graduação voluntários que eram convidados a assistir a vídeos de supostas entrevistas de empregos feitas por dois tipos de pessoas: algumas que respondiam da melhor forma possível as perguntas e outro grupo composto por pessoas instruídas a dizer ao menos três mentiras significantes em resposta a algumas questões-chave que poderiam ser decisivas para a suposta contratação. Esses dois grupos de participantes das entrevistas receberam pequenas quantias em dinheiro e aqueles que aceitaram dizer mentiras receberiam uma quantia adicional se as respostas mentirosas passassem despercebidas pelos voluntários.

A análise dos vídeos ocorreu alguns dias após a primeira parte do estudo, e os voluntários eram instruídos a medir o nível de honestidade dos entrevistados gravados em vídeo. Além disso, os próprios voluntários foram entrevistados para saber o quanto eles confiavam em outras pessoas.

Os voluntários com maiores índices de confiança em outros indivíduos também se mostraram mais eficientes em detectar os participantes mentirosos, ou seja, quanto mais mostravam confiar nas outras pessoas, maior o potencial de identificar a diferença entre uma verdade e uma mentira dita por uma mesma pessoa. Ao contrário do estereótipo, aqueles mais desconfiados também eram os que mais cometiam erros e indicavam a “contratação” dos mentirosos (aqueles que haviam mentido em questões cruciais como formação ou experiência para a função).

“Ao contrário da ideia geral de que pessoas desconfiadas são melhores em detectar mentiras e aquelas mais abertas às pessoas desconhecidas são as que são alvos fáceis para os salafrários, o que vimos aqui foi exatamente o inverso. As pessoas confiam mais quando, de alguma maneira, sabem que podem detectar uma mentira no meio de uma conversa e identificam as intenções de terceiros”, diz Nancy Carter, pesquisadora da Universidade de Toronto, no Canadá.

“Aqueles que confiam nos outros não são bobos, mas sua acuidade interpessoal os faz melhor em identificar e separar bons amigos de ameaças em potencial”, finaliza.


(Social Psychological and Personality Science)